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Internacional

08/08/2018

Sanções ao Irã entram em vigor e Trump "alerta" empresas globais

Reuters
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No início deste ano, presidente dos EUA optou por retirar seu país de acordo nuclear, contrariando pedidos de outras potências/
Ancara - As novas sanções dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã entraram em vigor ontem, e o presidente norte-americano, Donald Trump, que desafiou aliados de Washington para impor as medidas, disse que qualquer empresa que fizer negócios com Teerã não poderá fazer negócios com os EUA.

O Irã rejeitou uma oferta de conversas de última hora do governo Trump, dizendo que não poderia negociar depois que Washington abandonou um acordo internacional de 2015, que suspendia sanções contra Teerã em troca de reduções em seu programa nuclear.

Trump decidiu, no início deste ano, retirar os Estados Unidos do acordo, ignorando pedidos de outras potências mundiais que também assinaram o tratado, incluindo os grandes aliados europeus de Washington, Reino Unido, França e Alemanha, assim como a Rússia e a China.

Os países europeus prometeram tentar atenuar o impacto das novas sanções norte-americanas para convencer Teerã a continuar a cumprir os termos do acordo. No entanto, isso tem se provado difícil, com empresas europeias abandonando o mercado iraniano, argumentando que não podem arriscar a perspectiva de prejudicar seus negócios nos Estados Unidos.

“Essas são as mais duras sanções já impostas”, escreveu Trump, em publicação no Twitter, ontem. “Qualquer um fazendo negócios com o Irã não fará negócios com os Estados Unidos. Estou pedindo pela paz mundial, nada a menos”.

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Diálogo - O assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, disse, na segunda-feira (6), que a única chance de o Irã escapar das sanções é aceitar a oferta para negociar um acordo mais rígido com Trump.

“Eles podem aceitar a oferta do presidente para negociar, para desistir totalmente de seus programas de mísseis balísticos e armas nucleares e de maneira realmente verificável”, disse Bolton à Fox News.

“Se os aiatolás querem sair debaixo do aperto, eles devem vir e sentar na mesa. A pressão não irá diminuir enquanto as negociações estiverem em andamento”, acrescentou.

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