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DC Turismo

12/02/2017

Seguro viagem reduz despesas médicas e aumenta tranquilidade

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São Paulo - Entre o final de 2016 e o início de 2017, cresceu o número de viagens domésticas no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Agência de Viagens (Abav), cerca de 60% dos pacotes vendidos foram para destinos do nosso País. Por mais tranquilidade e menos imprevistos desagradáveis durante o passeio, a exemplo de despesas médicas e hospitalares, é fundamental que o viajante tome alguns cuidados. Entre eles, indispensável contratar a proteção de um seguro viagem, conforme as características do local.

Roberto Roman, vice-presidente da Travel Ace, líder em seguro viagem na América Latina, diz que a falta de planejamento e de atenção aos detalhes, como o seguro viagem, pode comprometer o sucesso do programa. “Viajar a lazer ou a trabalho é bom, mas viajar com segurança é muito melhor. Para isso, devemos sempre nos planejar”, ressalta o vice-presidente.

Existem regiões brasileiras onde é maior o risco de epidemias e outras doenças tropicais. Quando o turista não dispõe de seguro viagem, poderá desembolsar verdadeiras fortunas com assistência médica. Exemplo disso é a febre amarela, cujos transmissores proliferam nas matas e rios dos estados do Norte, Centro-Oeste, parte do Nordeste, Sudeste e Sul.

A febre amarela não é exclusividade do Brasil. O Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) recomenda que o viajante brasileiro ao exterior se informe das regras do destino, para evitar complicações. Alguns locais exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). A aplicação do medicamento deve ocorrer pelo menos dez dias antes do embarque. Uma dose imuniza por 10 anos, após esse período, basta um único reforço. Portanto, certifique-se junto à embaixada ou ao consulado do país quais são os requisitos para a entrada no território.

“Turistas e vetores de novos negócios são aceitos em todos os países que abrem suas fronteiras para o crescimento. Exigir certificados de vacinação contra determinadas doenças infecciosas faz bem ao residente e a quem ingressa no país”, comenta Luciana Cano, especialista em temas do terceiro setor.

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