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DC Inovação

10/11/2017

SolarView investe em internacionalização

Startup mineira vai investir cerca de R$ 1,5 milhão na abertura de um escritório na Califórnia
Thaíne Belissa
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Com três anos de operação, a empresa já venexistem 16 mil casas e prédios gerando energia solar ; em 2024, estima-se que tenhamos mais de um milhão/José Cruz/ABr
O mercado norte-americano de energia solar é o novo alvo da startup mineira SolarView. A empresa, que oferece uma plataforma de monitoramento da geração de energia solar em tempo real, vai investir cerca de R$ 1,5 milhão na internacionalização e abertura de um escritório na Califórnia. A expectativa dos empreendedores mineiros é, em um ano e meio, alcançar 2% do mercado de energia solar nos Estados Unidos, o que representa mais 50% desse mercado no Brasil hoje, segundo o cofundador da SolarView, Aécio Bolzon.

Com três anos de operação, a empresa já vendeu mais de 2 mil sistemas de monitoramento no País, tendo alcançado 15% do mercado nacional. Ao todo, são 500 casas e prédios monitorados pela tecnologia desenvolvida pela SolarView. O cofundador explica que a empresa surgiu logo depois que o mercado de energia solar começou a ser regulamentado no Brasil e seu objetivo era desenvolver inovação para esse setor em formação.

“Em 2015, começamos a desenvolver nosso sistema, que é uma plataforma de monitoramento de geração de energia solar em tempo real. Ele fornece informações como a quantidade de energia gerada e quanto se está economizando. Ele também é útil para os técnicos que atuam nesse mercado, indicando o melhor momento de fazer a manutenção. A tecnologia ainda é capaz de detectar problemas na geração de energia, especificando o tipo de problema em questão e até a melhor forma de resolvê-lo”, explica.

Bolzon afirma que o mercado brasileiro tem grande potencial no segmento de geração de energia solar, mas ainda está engatinhando nele. A energia solar representa, hoje, apenas 0,02% da matriz energética do País, mas esse número deve crescer. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que essa participação crescerá para 10% até 2030, o que significa um crescimento de 500 vezes em menos de 15 anos. “No Brasil existem hoje 16 mil casas e prédios gerando energia solar e a estimativa é de que em 2024 tenhamos mais de um milhão”, afirma o empreendedor.

Enquanto esse mercado nacional não deslancha, a startup mineira garante seu crescimento com a aposta em um mercado bem maior: o dos Estados Unidos. De acordo com Bolzon, naquele país serão instalados, nos próximos três anos, mais de 2,4 milhões de sistemas geradores de energia solar em casas, comércios e outros pontos. “Nós começamos no Brasil, mas nosso próximo passo é entrar em mercados que estão com um crescimento em volume maior do que aqui. Nossa aposta é a Califórnia, nos Estados Unidos, um dos estados com maior número de unidades geradoras de energia solar”, diz.

O empreendedor explica que o mercado ainda está sendo mapeado pela SolarView, mas a ideia inicial é alcançar, em um ano e meio, uma fatia de 2% do mercado americano, o que representa mais 50% desse mercado no Brasil hoje. Ao todo, a startup está investindo R$ 1,5 milhão no processo de internacionalização e na construção de um escritório na Califórnia, que deve começar a operar em 2018.

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