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Internacional

13/01/2018

Superávit comercial do país com os EUA chega a US$ 275,8 bi

Valor em 2017 é 10% superior ao do ano anterior
AE
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Donald e Melania Trump, em Pequim, no ano passado, em visita ao presidente Xi Jinping/White House
Pequim - A China registrou superávit comercial recorde com os EUA em 2017, no valor de US$ 275,8 bilhões, segundo dados publicados na sexta-feira (12) pela Administração Geral de Alfândega do país.

Enquanto o superávit comercial geral da China encolheu 17% no ano passado, à medida que o salto nas importações do maior consumidor mundial de commodities superou o forte avanço nas exportações, o superávit chinês com os EUA teve expansão de 10%

O déficit com a China é de longe o maior dos EUA entre seus parceiros comerciais.
Desde que assumiu como presidente dos EUA, há cerca de um ano, Donald Trump tem buscado ponderar seus pedidos de redução no déficit comercial americano com a necessidade de ganhar a cooperação do governo chinês.

Em entrevista publicada ontem pelo The Wall Street Journal, Trump sugeriu que teria feito pressão maior por medidas concretas para corrigir o desequilíbrio comercial com a China, como havia prometido durante a campanha eleitoral, se Pequim não estivesse auxiliando os EUA em seus esforços para persuadir a Coreia do Norte a interromper seu programa de desenvolvimento de armas nucleares.

“Temos sido bem mais duros com a China, mas não tão duros quanto eu seria, mas eles estão nos ajudando muito com a Coreia do Norte”, declarou Trump ao WSJ.
O recorde anterior havia sido atingido em 2015, quando a China teve superávit de US$ 261 bilhões no comércio com os EUA, segundo dados locais. Pelos cálculos de Washington, os EUA registraram déficit de US$ 367 bilhões com a China em 2015.

Os números de comércio externo de China e EUA diferem em função da utilização de métodos de cálculo distintos. Embarques indiretos via Hong Kong e outros intermediários também ajudam a explicar a discrepância nos dados.

Já as importações chinesas da Coreia do Norte sofreram queda de 33% em 2017, a US$ 1,72 bilhão, em uma possível indicação da cooperação de Pequim com os EUA em relação a Pyongyang. Por outro lado, as exportações da China para os norte-coreanos cresceram 8,3% no ano passado, a US$ 3,34 bilhões.

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Empréstimos - Os bancos chineses liberaram 584,4 bilhões de yuans (US$ 90 bilhões) em novos empréstimos em dezembro, segundo dados publicados na sexta-feira pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês).

O resultado é bem menor que o volume de 1,12 trilhão de yuans registrado em novembro e ficou também significativamente abaixo da previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 965 bilhões de yuans em novos empréstimos.

O financiamento social total, uma medida mais ampla do crédito na economia chinesa, diminuiu para 1,14 trilhão de yuans (US$ 175,56 bilhões) em dezembro, de 1,6 trilhão de yuans no mês anterior.

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