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Economia

21/09/2017

Thyssenkrupp e Tata anunciam a criação de joint venture europeia

Reuters
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Essen - A alemã Thyssenkrupp e a Tata Steel uniram ontem suas operações siderúrgicas europeias em um acordo preliminar que deve criar a segunda maior siderúrgica do continente, após a ArcelorMittal.

O acordo não envolverá dinheiro, disse a Tata, acrescentando que ambos os grupos contribuiriam com dívida e passivos para alcançar uma parcela acionária equivalente e permanecerão investidores de longo prazo.

O memorando de entendimento de quarta-feira (ontem), amplamente esperado depois que a Thyssenkrupp disse na semana passada que um acordo poderia ser atingido este mês, ressalta sinergias entre 400 milhões de euros e 600 milhões de euros, assim como redução de até 4 mil postos de trabalho, ou cerca de 8% da força de trabalho conjunta.

As companhias dizem que precisam se consolidar para solucionar o problema do excesso de capacidade no mercado europeu de aço, que enfrenta as importações baratas da China e de outros lugares, demanda para construção reduzida e plantas de legado ineficientes.

“Ninguém conseguirá resolver problemas estruturais na Europa sozinho. Todos sofremos com o excesso de capacidade e isso significa que todos estão fazendo os mesmos esforços de reestruturação”, disse o presidente-executivo da Thyssenkrupp, Heinrich Hiesinger, à imprensa.

As ações da Thyssenkrupp subiram 3,2%, impulsionadas pelas esperanças de que a joint venture também alivie o fardo em seu balanço, que será liberado de 4 bilhões de euros -a maior parte de passivos de pensões. As ações da Tata Steel subiram 1,7%.

“Isto é um importante catalizador positivos sustentando nossa tese de que a operação central de bens de capital da Thyssenkrupp merece um novo rating significativo”, escreveu o analista Seth Rosenfeld em nova, reiterando sua recomendação de compra para a ação.

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