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Economia

14/03/2018

Trabalhadores decidem pelo fim da greve, após perda parcial no TST

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Brasília - Trabalhadores dos Correios decidiram pelo fim da greve na tarde de ontem, após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinar que empregados pagarão parte do plano de saúde e exigir a volta ao trabalho de 80% dos carteiros. “Uma greve com 20% do pessoal não atende ao objetivo do movimento. Achamos melhor recuar estrategicamente e nos reorganizar”, falou o secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), Jose Rivaldo da Silva.

Contrariada, a federação determinou o fim da greve nacional no fim da tarde, mas defende que o TST pode ter aberto um “precedente perigoso” para outras categorias de trabalhadores, por ter desrespeitado acordo coletivo ao determinar o pagamento de uma parcela do plano de saúde pelos carteiros.

A federação argumenta que o TST julgou uma cláusula social - o benefício de saúde - como sendo uma “questão econômica sem que houvesse comum acordo entre as partes”. “Amanhã, a empresa pode cortar outros benefícios, como a alimentação”, argumenta o secretário-geral da Fentect.

Apesar das críticas, a federação reconhece que houve “recuo mínimo” do TST ao permitir manter pais e mães dos empregados no plano de saúde até 31 de julho de 2019 com base nas regras antigas.

Privatização - Diante do debate sobre eventual privatização dos Correios, a federação aponta que será mantido estado de greve e a categoria pode interromper o trabalho “a qualquer momento contra a privatização ou outro ataque que se coloque na ordem do dia”. Enquanto isso, a federação afirma que deve ser intensificada a preparação da campanha salarial esperada para começar em julho.

Balanço dos Correios indicava que 24 dos 32 sindicatos de trabalhadores da empresa que aderiram à greve já tinham decidido pelo retorno ao trabalho às 18h de ontem. Segundo a empresa, o grupo representa 96,5 mil empregados - o equivalente a 91% do efetivo dos Correios.

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