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Economia

13/09/2017

Vale tem interesse em usinas da Cemig

Mineradora estuda parceria com a estatal mineira no leilão previsto para este mês
Da Redação
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Leilão das usinas da Cemig está previsto para 27 de setembro, mas liminar pode impedir o certame/Cemig
A mineradora Vale estuda uma possível parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) em um leilão agendado para 27 de setembro, no qual a União oferecerá a investidores a concessão de quatro hidrelétricas já em operação.

A participação na licitação, se aprovada, se daria por meio da Aliança Energia, uma joint venture entre a mineradora e a Cemig na área de geração de eletricidade, disse a Vale em nota.

A empresa afirmou que uma decisão sobre o investimento ainda não foi tomada e levará em conta o “foco estratégico” da companhia.

Uma eventual participação da Vale no leilão das hidrelétricas, que pertenciam à Cemig mas tiveram os contratos expirados, ajudaria a elétrica mineira a manter seu portfólio em geração, ao mesmo tempo em que a mineradora poderia se beneficiar com acesso à energia das usinas a preços competitivos.

Além dessas empresas, a chinesa State Power Investment Corp., a francesa Engie, a brasileira Alupar e a italiana Enel estão entre investidores que têm avaliado as hidrelétricas do leilão.

No momento, no entanto, a licitação encontra-se suspensa por uma decisão liminar, que a Advocacia-Geral da União (AGU) vem tentando derrubar com um recurso.

Defesa - Após reunião de emergência realizada ontem, a Frente Mineira de Defesa da Cemig anunciou que novas medidas serão adotadas contra o leilão de quatro usinas sob a concessão da empresa, marcado pela União para ocorrer no próximo dia 27, segundo informações da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Entre as medidas divulgadas, estão a mobilização de entidades em ações populares na Justiça contra o leilão e a atuação do Ministério Público (MP) por meio de ações civis públicas movidas junto às varas federais no Estado.

O intuito do MP é defender o consumidor contra possíveis prejuízos com o leilão. “Teremos uma guerrilha jurídica”, frisou o deputado Rogério Correia (PT), 1º-secretário da ALMG e coordenador da frente.

Lançada na ALMG em julho passado, a frente reúne, além de parlamentares, representantes da empresa, entidades empresariais e de trabalhadores, movimentos sociais e órgãos públicos, e atua contra o leilão das Usinas de Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande, no Triângulo Mineiro.

A reunião de emergência, realizada na sede da empresa, em Belo Horizonte, foi convocada em função de decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) suspendendo qualquer negociação entre a União e a Cemig. “É algo absurdo não permitir sequer que a Cemig possa negociar”, classificou o deputado.

Além do ato de protesto agendado para esta sexta-feira (15), durante visita da Comissão de Minas e Energia à Usina de Jaguara, foi anunciada, ainda, a realização de um seminário jurídico na próxima segunda-feira (18)  para avaliar outras medidas visando à impugnação do leilão. O evento será na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG) em Belo Horizonte. A entidade está à frente da organização do debate, juntamente com o Ministério Público. Com informações da Reuters.

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