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Internacional

02/12/2017

Vendas de grandes montadoras diferem

Reuters
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Detroit, EUA - Grandes montadoras divulgaram na sexta feira (1º) números díspares de vendas de novos veículos em novembro nos Estados Unidos e previram um dezembro concorrido, à medida em que tentam melhorar seus números de 2017.

Os fabricantes de automóveis estão tentando vender os modelos de 2017, oferecendo descontos elevados aos consumidores com a proximidade do fim do ano. Em 2016, a indústria registrou vendas anuais recordes de 17,55 milhões de unidades.

A Associação Nacional de Comerciantes de Automóveis informou na sexta-feira que espera que as novas vendas de veículos diminuam para 16,7 milhões de unidades em 2018, depois de cair para 17,1 milhões para o ano em 2017. Se essa previsão se confirmar, a corrida para vender veículos novos fora dos lotes dos revendedores só vai se intensificar no próximo ano.

A General Motors, líder no país, divulgou que suas vendas caíram 2,9% em novembro ante mesmo período de 2016, puxadas por menores vendas de frotas para agências de locação, empresas e entidades governamentais.

A GM informou que as vendas fortes de utilitários esportivos e crossover elevaram o preço de transação médio para o mês para acima de US$ 37 mil pela primeira vez. O nível de carros não vendidos da empresa, que tem preocupado os analistas e a indústria, aumentou ligeiramente para 83 dias de fornecimento, ante 80 dias no fim de outubro.

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Frotas - As vendas de frotas são um negócio de baixa margem para fabricantes de automóveis. A Fiat Chrysler buscou uma redução significativa nesse tipo de venda em 2017.

A segunda maior fabricante dos EUA, Ford, registrou aumento de 6,7% nas vendas em novembro, com alta nas vendas de frotas em quase 26% e vendas no varejo 1,3% superiores às de novembro de 2016.

A Toyota divulgou que suas vendas caíram 3%, enquanto as vendas da Honda subiram 8,3%. Já a Volkswagen teve queda de 1,6% em novembro.

A Nissan disse que não publicaria os resultados oficiais de novembro até 4 de dezembro em decorrência de uma falha no sistema, mas estimava que as vendas nos EUA aumentaram 14 por cento em relação ao mesmo período de 2016.

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