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06/12/2017

Walory fecha parceria com Drogaria Araujo

Daniela Maciel
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Drogaria Araujo tem, hoje, mais de 200 unidades espalhadas por Minas Gerais/Alisson J. Silva
Apesar do orçamento apertado e do rígido controle de gastos, as famílias brasileiras não abriram mão do consumo de itens de higiene e beleza. Os percalços econômicos, porém, fizeram com que muitos consumidores fizessem a substituição de marca e voltassem o olhar para produtos nacionais.

É nesse contexto que a startup paulista Walory começou a desenvolver sua linha de produtos profissionais em 2014 e as vendas em 2016. Um diferencial é que os produtos são vendidos no varejo para o consumidor final e não apenas em casas direcionadas para profissionais. Por enquanto são 13 produtos no mix.

Os esforços da empresa se voltam, agora, para o lançamento da linha em Minas Gerais. A estratégia escolhida foi uma parceria de exclusividade com a Drogaria Araujo, com mais de 200 unidades espalhadas pelo Estado.

De acordo com a sócia-fundadora da Walory, Tatiana Mancini, a entrada no mercado mineiro é fundamental para o sucesso da empresa. “Estamos abrindo o mercado nacional e ter um parceiro como a Araujo é fundamental. Escolhemos redes locais líderes na venda de dermocosméticos. No caso da rede mineira existe toda a credibilidade da marca, que conta com o carinho da população”, explica Tatiana Mancini.

A Walory surgiu com o objetivo de desenvolver no Brasil o conceito internacional de “home care”. Foram investidos R$ 5 milhões neste ano. As formulações criadas com exclusividade para a marca são produzidas por diferentes indústrias homologadas. “Importamos embalagens e matéria-prima. Buscamos ingredientes nobres que fazem com que os produtos tenham uma ótima performance sempre no sentido do tratamento capilar, sendo multifuncionais. Entendemos que esse era o momento para investir. Mesmo em dificuldade, o mercado brasileiro é um dos mais importantes do mundo. E, nesse momento que o consumidor se volta para os produtos nacionais, era hora de oferecer uma linha de produtos inovadora”, afirma a sócia-fundadora da Walory.

É certo que o resultado do setor encolheu em 2016 na comparação com 2015. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o resultado do ano passado gerou otimismo, com uma leve recuperação, fechando 2016 com 6% de queda real, frente -9% em 2015. Mesmo com tantas dificuldades, o Brasil é o quarto mercado consumidor do mundo, movimentando US$ 29,3 bilhões no ano passado. De outro lado, o consumo de produtos premium manteve a tendência de crescimento. Levantamento da consultoria Euromonitor mostrou que, em 2016, as vendas desse tipo de produto teve alta de 9,1%, enquanto os populares avançaram 4,4%. A tendência começou no ano anterior, quando os itens mais sofisticados registraram aumento de 16,6% nas vendas e os cosméticos de massa tiveram queda de 1,3%.

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