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O objetivo é praticamente dobrar de tamanho, chegando a 65 unidades espalhadas pelo Brasil. E para que a Ortoplan, rede de clínicas odontológicas, alcance a meta até o fim do ano, o desempenho em Minas Gerais é fundamental. Já são duas unidades funcionando, uma na Capital e outra em Barbacena, no Campo das Vertentes. Mais duas inaugurações estão previstas para o início do segundo semestre, mais uma em Belo Horizonte e uma em Conselheiro Lafaiete, na região Central.

De acordo com o sócio-fundador e presidente da Ortoplan, Faisal Ismail, o movimento de interiorização é uma tendência do franchising brasileiro e a Ortoplan também segue nessa direção.

“Atuamos em cidades acima de 30 mil habitantes e Minas Gerais apresenta um grande número de cidade desse tamanho com capacidade de consumo. O Estado também tem atraído bons investimentos e esse é um bom sinal”, explica Ismail.

Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH); Uberlândia, no Triângulo; e Juiz de Fora, na Zona da Mata; além da própria Capital, estão entre as prioridades da rede. A expectativa é de abrir pelo menos oito clínicas no Estado ainda em 2019 e chegar a 47 unidades em Minas até 2025.

São dois modelos de negócios. As clínicas no modelo Smart (menor porte), com investimento de R$ 150 mil. No caso do modelo Plus (maior porte), o investimento é de R$ 280 mil. Para a conversão de bandeira, o investimento a ser feito varia entre R$ 25 mil e R$ 50 mil.

De acordo com Faisal Ismail, o movimento de interiorização é uma tendência do franchising brasileiro e a Ortoplan também segue nessa direção – Crédito: Divulgação

“Buscamos parceiros dedicados, que entendam que não basta uma boa marca e uma loja bonita para ter sucesso. Eles podem ser dentistas especialistas ou investidores. Damos todo o suporte de gestão e treinamento para o franqueado e a equipe. Em média, uma clínica gera entre 10 e 12 empregos diretos”, pontua o fundador da Ortoplan.

Para tornar o modelo de franquias mais flexível, foi criado o Ortoplan For You. Nele, o franqueado pode promover algumas mudanças como: tamanho da clínica, cores utilizadas para decoração, tipo de mobiliário, estilo de fachada, entre outros aspectos passíveis de personalização.

“É o que chamamos de customização. Claro que tudo é feito de comum acordo. Essa é uma ideia disruptiva, já que o franchising tem como premissa a padronização. Entendemos, porém, que alguns detalhes são passíveis de ser flexibilizados, garantindo ao franqueado um certo grau de individualidade, que também é saudável ao negócio. Como o nosso sócio que está atuando na ponta do atendimento, ele conhece bem seus clientes e parceiros e pode decidir sobre esses pontos”, analisa o executivo.

Ao mesmo tempo em que busca o interior do País, a marca também mira mercados internacionais. Já são quatro unidades no Paraguai e as negociações para uma inauguração no Chile já começaram.