Alexandre Reitzfield e Michel Lassner: internacionalização da marca já está em curso - Crédito: Cpaulino

As estampas coloridas com temas como frutas, vegetais, animais e bebidas caracterizam a moda praia sofisticada para homens produzida pela Shorts Co, que agora se prepara para avançar pelas capitais.

Chinelos, camisetas e sungas também fazem parte do portfólio. A partir do modelo de franchising, com investimento médio de R$ 500 mil, a busca por franqueados deve se intensificar a partir de 2020. Belo Horizonte e grandes cidades do Estado também estão na mira, tanto em modelos da rua como de shopping.

Segundo um dos sócios da Shorts Co, Michel Lassner, o negócio teve início a partir de uma viagem ao Sul da França em 2013. A marca trabalha duas coleções anuais produzidas por parceiros com modelagem internacional e estamparia exclusiva. Os produtos são todos desenvolvidos internamente.

“Vi que lá havia uma série de lojas especializadas em shorts e bermudas em um modelo inédito no Brasil. Na volta convidei o Alexandre Reitzfeld – que hoje é sócio da marca – para desenvolvermos o projeto. A Shorts Co trabalha com estampas exclusivas, produzidas a mão pela nossa equipe de design”, explica Lassner.

Ao mesmo tempo em que cresce pelas principais cidades do País – atualmente são oito unidades -, a marca também avança sobre mercados internacionais. O foco está em países como Estados Unidos e Alemanha, onde a Shorts Co. mantém representantes comerciais.

Os planos internacionais também incluem países do Oriente Médio, como Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes. O plano é ter a primeira loja aberta na Arábia Saudita em três anos.

“O contato com o Oriente Médio aconteceu por meio de uma feira que participamos anualmente na França e se tornou um parceiro comercial. Abrir um novo mercado no Oriente Médio não é uma tarefa fácil. Primeiro passamos pelas normas de exportação e agora pelas exigências para o registro da marca. É tudo bastante burocrático e lento, pois não temos outras empresas do setor comercializando com os árabes no Brasil. Se isso torna as coisas mais complicadas, também nos dá pioneirismo nesse mercado”, pontua o sócio da Shorts Co.