Em média cada academia Selfit fatura entre R$ 3,5 milhões e R$ 4 milhões por ano - Divulgação

A rede de academias baiana Selfit fechou 2018 com 42 unidades espalhadas por 13 estados. Delas, as duas primeiras em Minas Gerais foram inauguradas em dezembro, demandando investimento de R$ 4 milhões cada uma.

Na primeira quinzena de dezembro foi inaugurada a primeira, no Power Shopping Centerminas, no bairro União (região Nordeste). Na segunda quinzena, foi a vez da operação no Jardim Fashion Mall, no bairro Cidade Jardim (região Centro-Sul). Em ambas unidades serão oferecidos treinos funcionais, intervalados e de alta intensidade, equipamentos modernos para musculação, bikes, remo seco, esteiras, área para peso livre, além de sala de ginástica com várias modalidades de dança e aeróbicos.

Na academia, o treino é disponibilizado por meio de um totem, que pode ser acessado com a digital do aluno, e o atendimento é realizado através do dispositivo touchcall instalado nos aparelhos para acionar os instrutores. Além disso, algumas máquinas da academia possuem temporizador para marcar tempo e a quantidade de repetições, o que dá suporte ao aluno acerca do correto uso e funcionalidade em seu plano de treino.

De acordo com o CEO da Selfit, Leonardo Pereira, Belo Horizonte está no centro da estratégia que pretende dar lugar de destaque à rede na região Sudeste. “BH é uma praça muito importante para nossa expansão no Sudeste. Acreditamos que na região metropolitana caibam, pelo menos, 11 unidades. Já estamos negociando também em Contagem e Betim. Só depois dessa consolidação que passaremos para outras regiões do Estado”, explica Pereira.

A meta para o fim do ano é, praticamente, dobrar o número de unidades, chegando a 80. Desde 2015, a rede vem dobrando o número de unidades a cada ano. Em média cada academia fatura entre R$ 3,5 milhões e R$ 4 milhões por ano e gera entre 14 e 20 empregos diretos. O objetivo é chegar a 2022 como a maior rede do País.

Expansão – Para tanto, a Selfit vai fazer a expansão mesclando lojas próprias e unidades franqueadas. “Até aqui optamos por investimentos próprios porque estamos abrindo praças. Essa é uma maneira, ainda que mais lenta, de chegarmos a uma operação muito ajustada e com parâmetros muito rígidos. A parti da consolidação da marca aos abrir para o franchising”, pontua o CEO da Selfit.

Para garantir o ritmo intenso de crescimento, a rede conta com o investimento de um fundo norte-americano e aposta na retomada da economia brasileira em 2019. Atualmente, ela é a segunda rede em lojas próprias do Brasil.

“Precisamos nos manter otimistas. Fazemos uma leitura positiva do cenário econômico para 2019. Apesar de sermos um segmento ainda muito discricionário, que balança muito ao sabor da economia, percebemos que existe um espaço muito grande para o nosso crescimento. O Brasil ainda tem índices muito baixos de alunos por academia em relação à Europa, por exemplo. E ainda falta profissionalização”, completa o empresário.