Soares: expansão de portfólio e de demanda levou a empresa a crescer rápido em pouco tempo - Crédito: Divulgação

Especializada em soluções de saúde para melhorar o atendimento ao paciente, a startup mineira CM Tecnologia vive momento de expansão. A empresa acaba de colocar no mercado um portfólio completo de ferramentas que auxiliam as clínicas e laboratórios a se comunicarem melhor com os pacientes e dar mais agilidade ao atendimento. Só no primeiro semestre deste ano, a empresa passou de 25 funcionários para 82 e pretende fechar 2019 com 110. Além disso, a meta é triplicar o número de clientes até 2020.

De acordo com o CEO, Fernando Campos Soares, o crescimento é baseado na expansão de portfólio da empresa. A CM Tecnologia nasceu com uma solução simples de agendamento de consultas e exames on-line, mas nos últimos anos investiu no desenvolvimento de novos produtos e, hoje, oferece um portfólio completo de soluções em saúde. Entre elas está um sistema automático de elegibilidade do procedimento, que permite a confirmação imediata de autorização de exames pelos planos de saúde.

Outro exemplo é o recurso de check-in, que permite ao paciente antecipar seu atendimento com fornecimento de informações pessoais e do plano de saúde. Isso agiliza o atendimento no local da consulta ou exame.

“Entre as inovações mais recentes está a possibilidade de confirmação automática de comparecimento pelo paciente via Whatsapp. Antes era só por e-mail ou SMS”, completa o CEO.

Soares afirma que a expansão de portfólio e de demanda levou a empresa a crescer rápido em pouco tempo. No início do ano, a startup contava com 25 funcionários, número que já foi ampliado para 82 e que deve chegar a 110 até dezembro. Segundo o CEO, as soluções da CM Tecnologia estão instaladas em 750 laboratórios e clínicas em todo o Brasil. A meta é chegar a mil clientes este ano e a 3 mil em 2020.

Para isso, a empresa vai investir no aperfeiçoamento de tecnologia e produto, além de novos canais de venda. O aporte será possível por meio de um investimento de R$ 5 milhões que a empresa captou de um fundo de venture capital que o CEO não revelou o nome.