Com uma grande variedade de modelos, novidades diárias e preço único de R$ 40, a Mil e uma Sapatilhas, rede de franquias de calçados femininos, espera dobrar o faturamento ainda neste ano, passando dos R$ 20 milhões do ano passado para R$ 40 milhões. E Minas Gerais, que foi o primeiro estado escolhido para receber unidades da marca depois de São Paulo, onde se originou o negócio, representa 11% deste montante.

Hoje, são 13 lojas em Minas, e a previsão é que pelo menos três novas lojas sejam abertas nos próximos dois meses, sendo duas em Belo Horizonte (nos bairros Alípio de Melo e Barreiro) e uma em Araxá, no Alto Paranaíba.

“O tamanho do Estado, o grande número de municípios e também o clima propiciando a venda dos nossos produtos, que se dá melhor em regiões mais quentes, fazem Minas ser importante pra gente, como mostra a porcentagem que representa no resultado final da rede. Uma coisa interessante é que a primeira loja fora do estado de São Paulo foi a loja de Juiz de Fora, porque nós buscávamos um mercado parecido com o das unidades que já funcionavam”, conta o fundador da Mil e Uma Sapatilhas, Arthur Marcolino.

Além das três lojas prestes a inaugurar por aqui, outras sete já estão vendidas e devem ser abertas entre este ano e o ano que vem no bairro Buritis, em BH, e nas cidades de Pouso Alegre, Varginha, Divinópolis, Uberaba, Teófilo Otoni e Barbacena. Quanto às unidades já estabelecidas em território mineiro, elas estão espalhadas por Belo Horizonte, Betim, Contagem, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas, Sete lagoas e Uberlândia.

No Brasil são 90 unidades e o plano de expansão da empresa prevê chegar a 120 ainda neste ano. Para abrir uma loja da marca, o investimento é em torno de R$ 100 mil e o retorno costuma chegar em 12 meses para o franqueado. O faturamento por unidade é cerca de R$ 60 mil.

Revendas – Como estratégia para impulsionar as vendas, a empresa também abre espaço para consultoras. Só em Minas Gerais, são 4 mil revendedoras da marca. “Além do varejo tradicional, temos estes planos para revendedoras que compram os produtos e podem vendem pelo preço que quiserem para conseguir seu lucro. É bom pra gente, porque elas chegam em locais que não conseguimos chegar com lojas, e é bom para elas, porque é uma oportunidade de as mulheres terem uma renda extra e isso ajuda bastante neste período de crise”, conta o fundador, Arthur Marcolino.

História – A empresa começou em 2015 na região central de São Paulo como um negócio familiar. Com o crescimento de 400% no primeiro ano, a rede foi se expandindo e hoje a expectativa é dobrar o faturamento. O produto vendido é a sapatilha e o público-alvo é o feminino, classes B, C e D.

“O que mais impulsiona as vendas é a qualidade do produto com um preço inacreditável. Nossa estratégia é vender tudo com o mesmo preço de R$ 39,99, e temos uma infinidade de modelos porque todos os dias chegam novidades nas lojas”, conclui Marcolino.