Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA)

“A FBHA, tendo coordenado o grupo de trabalho das entidades nacionais ligadas ao Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), outorgou um documento a todos os presidenciáveis com as políticas que o trade turístico deseja para o próximo período. É importante dizer que, para Minas Gerais, as premissas básicas podem ser uma política de governadoria, devemos ter, também, uma política de incentivos para o ICMS para alimentação fora do lar e lucro real e presumido, um processo de uma melhor tarifação de energia elétrica de hotéis e, talvez, a busca de uma sistemática de maior investimento ou coparticipação governamental na Secretaria de Turismo, visando uma gestão conjunta da política de turismo e capacitação”.

Érica Drumond, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais (Abih-MG)

“Não existe política pública sem orçamento e de nada adianta falar em necessidades gerais e em regionalização dos circuitos turísticos sem recursos. O turismo, enquanto desenvolvimento econômico, precisa de recursos para o seu fomento para, por exemplo, retomar o Minascentro, captar voos internacionais, investir em mão de obra capacitada por meio de profissionais qualificados, além de promover, divulgar, incrementar e recriar novos produtos turísticos por meio da oferta de serviços e produtos de qualidade. A realidade é que o orçamento do Estado para o turismo é quase zero e boa parte é direcionada para o custeio da Secretaria, o que não justifica sua existência. Por isso é preciso reabrir a Prominas (Companhia Mineira de Promoções), destinar recursos a ela e torná-la uma agência de promoção e fomento do turismo atuante”.

Ricardo Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel MG)

“Temos uma expectativa de que o próximo governo trabalhe com algumas situações no que diz respeito à gastronomia que são pontuais e outras estruturantes. Estamos em um momento de colheita porque políticas que começaram no governo Anastasia e foram continuadas no governo Pimentel. Hoje temos uma política de estado que é o ‘+ Gastronomia’. Vivemos um momento muito interessante, com muitos festivais e isso tudo veio ao longo dos últimos três governos. Eles entraram e entenderam que não se justificava fazer novos projetos. Então, nossa expectativa é que o próximo governador dê continuidade às ações. A gastronomia faz parte de uma base muito forte do turismo e isso resulta em empregabilidade, arrecadação e solidificação do turismo no Estado”.

Marco André Malaquias, presidente da Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur-MG)

“Pedimos encarecidamente que o turismo seja visto como importante indústria, com capacidade de salvaguardar a economia do Estado e dos nossos municípios. Pedimos que a Secretaria de Turismo seja reconhecida de extrema relevância para o desenvolvimento de programas e projetos para o turismo, de forma técnica e profissional e que tenhamos na sua condução pessoas que reúnam as qualificações para tal. Pedimos ainda especial atenção ao Programa de Regionalização do Turismo, seus 47 Circuitos Turísticos, que hoje reúnem 602 municípios atendidos pelos gestores dos circuitos, com pouco ou quase nenhum recurso do Estado, sendo esta a principal ferramenta de trabalho da Setur-MG com capacidade de atingir o interior das Minas Gerais e desenvolver de forma profissional todo o potencial turístico que possuímos”.

Jair de Aguiar Neto, presidente do Belo Horizonte Convention & Visitors Bureau (BHC&VB)

“Ter o turismo como prioridade econômica, para geração de empregos e renda aos mineiros. Mais recursos para a promoção turística nacional de todos os atrativos mineiros. Uma política pública estadual mais ousada com relação ao segmento do Turismo de Negócios e Eventos, sendo parceiros os diversos C&VBx do Estado, localizados na Capital e cidades-polo. Fomentar a busca de mais eventos nacionais e internacionais nos setores produtivos prioritários em cada rincão estadual. Término da reforma do Minascentro, mantendo todos os espaços existentes para eventos técnico-científicos e comerciais. Ter a cadeia produtiva do turismo como parceira na execução de todas as ações necessárias ao desenvolvimento do turismo”.

José Maurício de Miranda Gomes, presidente da Associação Brasileira dos Agentes de Viagem de Minas Gerais (Abav-MG)

“A Abav-MG pede em prol do desenvolvimento do turismo do Estado: segurança do transporte rodoviário; manutenção das estradas; ampliação do marketing do destino Minas Gerais, com promoção e divulgação do turismo, de suas belezas, atrativos e também nos eventos de calendário; fortalecimento do turismo de negócios; desburocratização da legislação sobre transporte turístico no estado e incentivo a redução do ICMS de combustível da Aviação Civil.”