Adalclever Lopes (MDB) Coligação “#Minas tem jeito”

“Eu penso que o turismo precisa começar a ser tratado não mais como uma atividade secundária ligada à cultura e ao lazer, mas sim como um dos motores mais importantes para a retomada do crescimento econômico de Minas Gerais, já que é o setor que mais rapidamente gera emprego e renda. Os últimos governos estaduais vêm desprezando a importância do turismo. O que vemos na Secretaria é o aparelhamento do Estado, a ineficiência na gestão e o desperdício de dinheiro público e de oportunidades que poderiam gerar milhares de empregos, além de mais arrecadação e consequentemente melhores serviços prestados à população”.

Antonio Anastasia (PSDB) Coligação “Reconstruir Minas”

“O turismo é uma das fontes de renda que mais gera empregos, com menor investimento e rapidez, fomentando um mercado extenso, lojas, artesanato, hotéis e restaurantes. É uma das vertentes da chamada ‘economia criativa’, fundamental para a reconstrução e retomada do desenvolvimento de Minas. Destaco isso nas diretrizes de meu plano de governo. Minas possui destinos turísticos em abundância, vasto patrimônio histórico, cultural, belezas naturais, fazendas centenárias, artesanato e rica gastronomia. Se eleito, teremos um esforço direcionado do governo para ouvir o setor e fomentar parcerias, colocando Minas, definitivamente, entre as principais rotas de turismo no País, em suas diversas modalidades”.

Claudiney Dulim (Avante)

“Julgo ser de extrema importância a questão da retomada dos investimentos em turismo aqui em Minas Gerais. Nosso Estado é vocacionado para o turismo. Nossas serras, cachoeiras, gastronomia, são inúmeras as razões para que façamos investimentos em turismo aqui em Minas Gerais, inclusive através de parcerias. Com criatividade e, acima de tudo, com inovação e tecnologia podemos retomar vários setores da economia mineira que estão deixados de lado. Incentivar o empreendedorismo, fazer o turismo com sustentabilidade. Essa é uma prioridade do nosso governo. Entendemos que esse setor importantíssimo pode contribuir em muito para a nossa recuperação econômica. Há de ter incentivo, políticas responsáveis e também pessoas certas no lugar certo para cuidar do turismo. Vamos despartidarizar os investimentos em turismo, utilizando critérios objetivos para atender setores específicos.

Dirlene Marques (PSOL) Coligação “Frente Minas Socialista”

“Minas Gerais possui cidades com um conjunto arquitetônico e histórico invejável. Incentivar e dar o devido valor ao turismo histórico está em nosso programa de governo para o Estado, para que possamos não somente aumentar o fluxo de turistas nas cidades históricas, consequentemente ajudando a reaquecer a economia nesses locais, mas também para a preservação de nossa memória cultural, de nossa identidade. Cientes da importância do turismo para Minas Gerais, queremos ainda consolidar o roteiro Ouro Preto-Pampulha-Inhotim como principal atração turística internacional do Estado. Não esqueceremos de valorizar ainda mais a gastronomia mineira, que é um dos nossos maiores patrimônios. Cidades-polo como Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora, Montes Claros e Governador Valadares contarão com reforma e construção de centros de eventos. A cadeia produtiva do turismo no Estado contará ainda com programas de microcrédito e qualificação profissional. Entendemos que pensar soluções para desenvolvimento e valorização do turismo em nosso Estado fará com que tenhamos um novo ânimo cultural, econômico e social”.

Fernando Pimentel (PT) Coligação “Do lado do povo”

Até o fechamento da edição a assessoria do candidato não havia enviado a resposta à questão. Na Proposta de Governo registrada no TSE (http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018/divulgacandcontas#/municipios/2018/2022802018/MG/candidatos) existe apenas uma menção ao termo TURISMO, que está na página 7, item 11: “A criação do sistema estadual de cultura, o plano decenal em curso e os novos mecanismos da Lei de Incentivo e do Fundo de Cultura asseguram as bases para maiores avanços no próximo mandato. Haverá ampliação da descentralização das ações, do apoio a projetos locais, da desconcentração do fomento e da multiplicação dos editais de estímulo, que passam a ter recursos garantidos. O programa Cultura Viva vai fortalecer o trabalho de grupos que atuam em todas as regiões do Estado. As comemorações dos 300 anos da Capitania de Minas Gerais (2020), dos 200 anos da independência do Brasil e dos 100 anos da Semana de Arte Moderna serão base para valorizar as ações culturais, a utilização adequada do patrimônio histórico material e imaterial, e o fomento ao turismo”

João Batista Mares Guias (Rede)

Até o fechamento da edição a assessoria do candidato não havia enviado a resposta à questão. Na Proposta de Governo registrada no TSE (http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018/divulgacandcontas#/municipios/2018/2022802018/MG/candidatos) não existe nenhuma menção ao termo TURISMO.

Jordano Metalúrgico (PSTU)

“O turismo é uma parte importante da economia, mas pouco valorizado. Em nosso Estado, o turismo está diretamente relacionado com o patrimônio histórico-cultural. As cidades históricas poderiam ser polos de preservação da memória de nosso povo, mas muitas vezes estão abandonadas. Além de possuirmos um patrimônio cultural muito rico, conhecido internacionalmente, temos uma natureza exuberante, com rios, cachoeiras que potencializam ainda mais a beleza de nosso Estado. Por isso, queremos ter muita atenção para com nosso patrimônio e garantir o acesso da população mais pobre, pois entendemos que este também é um grave problema. O turismo efetivamente volta-se para uma parcela da população que possui recursos, enquanto que uma enorme quantidade de pessoas não pode visitar essas cidades, conhecer sua história. O transporte é caro. As despesas muito altas. O estímulo a popularização é fundamental. Vamos também incentivar o turismo cultural, vinculado a educação desde a infância até a idade adulta”.

Romeu Zema (Novo)

“Uma importância fundamental, pois aumenta o consumo e a produção de bens e serviços e, consequentemente, gera mais e novos empregos. Embora nosso Estado possua um potencial extraordinário, é de se convir que somente isso não basta para que a atividade se desenvolva. A falta de planejamento pode destruir. Nos últimos anos, Minas Gerais apresentou queda do volume na atividade turística. De 2010 a 2014, apenas 10 entre os 853 municípios mineiros acumularam 60% do Valor Adicionado do turismo na nossa economia. Governos passados tentaram fomentar a maior distribuição de receitas do setor entre os municípios, organizando-os para gerar oportunidades de negócios e empregos, mas não houve sinais de melhora. Não há como desenvolver o turismo com um estado hipertrofiado como é hoje. Somente por meio do enxugamento da máquina pública, da concessão de serviços – principalmente os relacionados à infraestrutura – e da simplificação da carga tributária será possível chegar na estabilidade econômica e, assim, atrair investimentos para alavancar o turismo em Minas. O caminho para o crescimento turístico no Estado não está em mais intervenção, mas em um ambiente de negócios mais simples, estável e que dê maior segurança aos empreendedores”.

Alexandre Flach (PCO)
O registro do candidato do PCO, Alexandre Flach não foi aceito pelo TSE. A situação atual é “indeferido com recurso”, por isso ele não participa da matéria. E também por isso não existe uma proposta de governo registrada no Tribunal Superior Eleitoral

Propostas de governo

A situação de todos os candidatos no TSE, assim como as propostas de governo podem ser acessadas através do link http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018/divulgacandcontas#/municipios/2018/2022802018/MG/candidatos