A Oi investiu mais de R$ 191,2 milhões em Minas Gerais no primeiro semestre de 2018, o que representa um crescimento de 9% em comparação ao mesmo período do ano passado. A operadora implantou em Minas Gerais 34 novos sites de telefonia móvel e outros 1.116 sites foram ampliados ou modernizados no primeiro semestre do ano. Além disso, 10.443 novas portas para o serviço de banda larga fixa foram implantadas. A previsão é de instalação de mais 29 mil portas até o final do ano. A Oi oferece cobertura 4G em 76 cidades de Minas Gerais.

Em Minas, de acordo com a operadora, a Oi é líder nos serviços de telefonia fixa, com 1,9 milhão de terminais instalados e de banda larga, com 1,5 milhão de clientes. No total, a Oi possui cerca de 9,5 milhões de clientes em Minas Gerais, em 796 municípios, sua base de atuação no Estado.

A Oi é também a operadora de TV por Assinatura que mais ampliou sua base de clientes em Minas Gerais nos últimos seis meses, com um acréscimo de 5.464 novos assinantes. A Oi TV possui 367.720 assinantes no Estado.

Recentemente, o grupo de telecomunicações, em recuperação judicial, anunciou que registrou prejuízo líquido de R$ 1,233 bilhão no segundo trimestre, queda de 70,4% ante o resultado negativo de R$ 4,162 bilhões referente ao mesmo período do ano passado.
A companhia, que concluiu a conversão de dívida prevista no plano de recuperação judicial, teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, ou de rotina, de R$ 1,563 bilhão, queda de 3,4% em relação ao resultado de R$ 1,617 bilhão apurado no segundo trimestre do ano passado, quando a empresa deu entrada em seu pedido de recuperação judicial. A margem Ebitda ajustada, na mesma comparação, subiu 0,5 ponto percentual para 28,2%.

“Esse resultado reflete a combinação da queda anual da receita no patamar de 5% e de 6,1% nos custos”, informou a empresa na divulgação do resultado trimestral.
A receita líquida total caiu para R$ 5,545 bilhões, impactada pela queda do tráfego de voz, corte nas tarifas reguladas de interconexão e ligação fixo-móvel e alta da taxa de desemprego, influenciando negativamente os volumes de recargas de pré-pago. O crescimento da receita de TV paga residencial e das receitas de dados compensou parcialmente estes impactos negativos, informou a empresa.

Os custos e as despesas operacionais recuaram para R$ 3,983 bilhões . A Oi destacou que considerando a inflação em 12 meses de 4,4%, as despesas recuaram 10% em termos reais ante o segundo trimestre de 2017. Com informações da Reuters.