Além dos belo-horizontinos, o empreendimento recebe turistas de Divinópolis, Uberlândia e Juiz de Fora - Foto: Divulgação

No Brasil, instalado na reserva de Imbassaí, bem próximo à Praia do Forte e a 45 minutos do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, na Bahia, o grupo espanhol Palladium Hotel Group é uma cadeia de hotéis com mais de 40 anos de experiência. Executivos da rede, que aqui operam o Grand Palladium Imabassaí Resort & Spa, estiveram, recentemente, em Belo Horizonte para estreitar os laços com o mercado mineiro.

Na unidade baiana, 22% dos hóspedes tem como origem o Estado de Minas Gerais. De acordo com a diretora Comercial da rede no Brasil, Carollina Abud, os mineiros são importantes não só no resort brasileiro, mas também para as diversas unidades espalhadas pelo Caribe. Além da Capital e sua região metropolitana, ela destaca como emissores mineiros importantes: Divinópolis (região Centro-Oeste); Uberlândia (Triângulo) e Juiz de Fora (Zona da Mata).

A rede tem 48 hotéis e quase 14 mil quartos em seis países: Espanha, México, Jamaica, República Dominicana, Itália, além do Brasil e opera nove marcas próprias: TRS Hotels, Grand Palladium Hotels & Resorts, Palladium Hotels, Palladium Boutique Hotels, Fiesta Hotels & Resorts, Ushuaïa Unexpected Hotels, Bless Collection Hotels, Ayre Hoteles e Only YOU Hotels, e uma marca licenciada: Hard Rock Hotels.

“É um enorme desafio fazer o mercado mineiro crescer especialmente no Caribe. Abrimos dois novos investimentos em Cancún (México) e estamos focados nessa divulgação. Conversamos com a Copa Airlines que opera as rotas mais importantes saindo de Belo Horizonte para a região do Caribe. Sabemos da importância da malha aérea para o sucesso de um destino. A proximidade e o acesso facilitado à Imbassaí para quem está em Minas Gerais mostra isso”, explica Carollina Abud.

Cerimônias – Um dos segmentos que mais cresce dentro do resort é a realização de casamentos. As cerimônias, que já são comuns em países da Europa e nos Estados Unidos, estão começando a se espalhar pelo Brasil. A ideia é juntar apenas amigos e parentes mais próximos em um lugar especial e com toda a infraestrutura, dando o mínimo de trabalho possível aos noivos. A reserva deve ser feita com, no mínimo, seis meses de antecedência.

“Estamos trabalhando muito em parceria com as operadoras de turismo para desenvolver essa demanda de casamentos. Esse é um modelo que tem agradado os noivos porque já está tudo pronto, não tem que fazer aquele monte de visitas a diferentes fornecedores, aquele tanto de orçamentos. É uma oportunidade de viajar com um grupo escolhido de pessoas que são importantes para o casal e acaba que a festa dura dias e não apenas quatro horas. Tudo isso em um custo menor do que o de uma festa tradicional”, destaca a diretora comercial da rede.

Otimismo – A executiva está animada com os primeiros resultados de 2019 e espera crescer tanto em receita como em ocupação na operação brasileira de cerca de 12%, na comparação com o ano passado. A estratégia para esse ano de poucos feriados prolongados é antecipar as demandas.

“Somos otimistas sempre. Essa mudança na política tem deixando as pessoas mais animadas e só isso já faz a economia rodar. Começamos com um janeiro excelente, estamos praticamente com o Carnaval fechado e já trabalhando a Semana Santa e o mês de abril. Mesmo com o Carnaval só em março não tivemos um período de depressão entre as férias e o feriado, como já aconteceu em outros anos. Esse é um ótimo sinal. O que estamos fazendo é sinalizando para os nossos clientes as oportunidades. O Carnaval começou a ser trabalhado em outubro. Teremos Copa América (entre junho e julho), já falamos sobre ela com nossos parceiros”, pontua.