Ultrapassar as 200 unidades foi uma marca muito importante para a rede de pizzarias Patroni, afirma Luiz Cury - Foto: Divulgação

Ultrapassar a barreira das 200 unidades foi o principal feito da rede de pizzarias Patroni. Das 203 unidades espalhadas por praticamente todos os estados brasileiros, sete são em Minas Gerais. A perspectiva é de que, até o fim de 2019, sejam 12 em operação. A primeira será inaugurada ainda em janeiro, em Juiz de Fora, na Zona da Mata, que já possui uma loja em operação. Outras duas estão na reta final de negociação em shopping centers de Belo Horizonte.

De acordo com o diretor da rede Patroni, Luiz Cury, Norte de Minas e Triângulo também estão na mira da franqueadora, que já está presente em Sete Lagoas, na região Central; Governador Valadares, no Vale do Rio Doce; Ipatinga, no Vale do Aço; Pouso Alegre e Varginha, no Sul de Minas e Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), além da Capital.

“Ultrapassar as 200 unidades é uma marca muito importante, principalmente levando-se em conta as características e dificuldades específicas do Brasil, como as dimensões do País e os entraves logísticos que enfrentamos. 2018 foi um ano de muita expectativa, muitas consultas e poucos negócios fechados. Muitos shoppings previstos não foram inaugurados, alguns ficaram para 2020. Passada a eleição, independentemente do resultado, a tendência é de que as coisas se acalmem. 2019 tem tudo pra ser um ano melhor”, explica Cury.

São três formatos de negócios: o Classic, com lojas destinadas às classes B, C e D e Premium, para classes A e B+, com investimento médio de R$ 465 mil; Expresso, com lojas compactas e investimento de R$ 145 mil a R$ 295 mil e Don Patroni, restaurante com salão e delivery, com investimento de R$ 625 mil a R$ 775 mil. Mais um modelo entra em operação este ano: o drive thru com delivery. O modelo, bem mais enxuto, tem o investimento médio previsto de R$ 120 mil.

Também este ano está prevista a abertura da primeira unidade fora do Brasil, na Flórida, Estados Unidos. Um investidor brasileiro vai ser o responsável pela unidade.

“Com o delivery voltamos à nossa origem. Começamos na época em que a entrega se chamava ‘pizza para viagem’, mas logo migramos nosso modelo para o shopping e o delivery foi abandonado. Agora esse modelo, que começa por São Paulo, vem para atender o nosso cliente em um outro momento de consumo. Já o plano de internacionalização ficou em stand by em 2018 por causa da crise econômica brasileira. Agora vamos em frente. O parceiro está ansioso para colocar a unidade em operação e a expectativa é de que isso aconteça também no início do segundo semestre”, pontua o diretor da rede.