Rogério Faria Tavares e Elizabeth Rennó - Crédito: GUTO CORTÊS

Ocupante da cadeira de número 8, o jornalista Rogério Faria Tavares foi eleito presidente da Academia Mineira de Letras (AML), sucedendo a poeta Elizabeth Rennó. Ele vai comandar a entidade nos próximos dois anos. Entre os planos, a profissionalização da gestão do acervo da entidade, que contém dez coleções de livros e documentos raros, e o incremento da programação cultural gratuita.

“Em dezembro, a AML completa 110 anos. Vamos fazer uma série de eventos para marcar essa data, que é muito importante. Pela Academia passaram nomes como Alphonsus de Guimaraens, Augusto de Lima, Cyro dos Anjos, Abgar Renault, Emílio Moura, Henriqueta Lisboa e Affonso Arinos. A instituição guarda a memória literária de Minas. Cabe a nós divulgá-la a todos, sobretudo junto às novas gerações”, ressalta Tavares.

Da nova diretoria, ainda fazem parte Caio Boschi (vice-presidente), Jacyntho Lins Brandão (secretário-geral) e Olavo Romano (tesoureiro). Também foram eleitos os membros do Conselho Fiscal, do Conselho Editorial da Revista e do Conselho de Acervo Bibliográfico e Documental. Depois de apurados os votos, os acadêmicos se confraternizaram em um chá no Palacete Borges da Costa, a sede da AML.

Angelo Oswaldo de Araújo Santos, Glorinha Picorelli Diniz, Hindemburgo Chateubriand Pereira-Diniz e Rogério Faria Tavares – Crédito: GUTO CORTÊS
Marcio Garcia Vilela, Yeda Prates Bernis e Patrus Ananias – Crédito: GUTO CORTÊS
Márcio Sampaio, Caio Boschi e Angelo Oswaldo de Araújo Santos – Crédito: GUTO CORTÊS
Luís Giffoni, Olavo Romano e Rogério Faria Tavares – Crédito: GUTO CORTÊS
Carmen Schneider Guimarães, Manoel Hygino dos Santos e Amílcar Martins Filho – Crédito: GUTO CORTÊS