O presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Estado de Minas Gerais (Sindinfor), Wellington Teixeira Santos, comemora a publicação do decreto e afirma que ele é fruto de um trabalho conjunto da prefeitura e das entidades que representam o setor no Estado. “Em vez de promulgarem uma lei escrita a poucas mãos, a secretaria ouviu o setor e isso facilitou o desenho de uma proposta para deixar Belo Horizonte ainda mais atrativa para as empresas”, afirma.

Ele lembra que as medidas não são para onerar a máquina pública, pelo contrário, as empresas permanecem pagando os impostos, mas ganham benefícios para que se desenvolvam mais rápido e gerem mais impostos e novos empregos. De acordo com ele, a capital mineira tem cerca de 2.500 empresas de tecnologia. “Tenho certeza que essa alteração vai ajudar a trazer muitas empresas para a cidade e aquelas que já estão aqui vão crescer e permanecer em Belo Horizonte”, diz.

O presidente do sindicato afirma que as mudanças no Proemp são apenas algumas das muitas ações em prol das empresas de inovação que vêm sendo discutidas junto à PBH. Segundo ele, uma segunda proposta que deve ser desenhada em breve é a utilização de parte do dinheiro arrecadado com o ISS dessas empresas para a criação de um fundo do município para a inovação. O objetivo é utilizar esse fundo para o apoio de startups na cidade. (TB)