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27 de May de 2017
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1967 - Modernização do parque gráfico

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No início da década de 1940, o Diário do Comércio adquiriu o primeiro mimeógrafo elétrico, da marca Gestestner, de fabricação alemã; algum tempo depois, a primeira linotipo, que possibilitava tanto a impressão em mimeógrafo quanto a tipográfica, que era feita nas oficinas da Gráfica Queiroz Brenner. Logo depois, dá-se a compra da impressora “Multilite”, que fazia a impressão folha por folha, usando chapa de alumínio.

Em 1950, o jornal adquiriu uma impressora nova, rotoplana. O processo se tornava mais eficiente e mais rápido, eliminando todo o trabalho de fazer o molde da página montada em chumbo, com um material próprio que parecia uma massa pastosa; a imagem, em relevo, ficava na chamada “telha”, em forma de cilindro, para ser refundida novamente em chumbo com a curvatura devida, adequada para ser colocada na impressora. Essa era a tecnologia então usada em todos os jornais e foi utilizada até quase os anos 70. José Costa realmente se antecipou.

A busca do aperfeiçoamento gráfico e editorial do jornal foi uma constante no pensamento e ação de José Costa, que reinvestia na empresa os recursos financeiros arrecadados: “Trabalhar com recursos próprios garantia são só a independência de minhas ideias, e como também a própria sobrevivência racional e metódica do jornal”, disse ele em outubro de 1982.

Em 1976, o jornal adquire a primeira impressora off-set. Na época, foram apenas duas máquinas compradas por empresas brasileiras: o Diário do Comércio e o Correio Brazilience. Em 1968, a terceira foi adquirida pela Folha de São Paulo.

O pioneirismo, a novidade da máquina e a sua potência assustaram os responsáveis pela imprensa mineira, que a achavam “descabida” no cenário dos jornais belo-horizontinos. Hoje, o off-set é equipamento padrão para a impressão de jornais no mundo inteiro.
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