Por Daniela Maciel
Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC
A Casa da Sogra atravessou a história de Belo Horizonte mantendo-se fiel a um público exigente, capaz de reconhecer e valorizar os mais finos tecidos importados e nacionais
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Sua história já começa bem-humorada: da dificuldade para escolher o nome da futura casa de tecidos, um dos sócios reclamou: “Isso está parecendo a casa da sogra!”. Pronto, estava batizada a nossa protagonista.
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De acordo com o proprietário da Casa da Sogra, Marcelo Ribeiro Lima, o estabelecimento está na família há três gerações e sobreviveu a diferentes crises que assolaram o Brasil e o mundo.
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A Casa da Sogra teve início com uma loja no Centro e, há 38 anos, se mudou para o bairro Funcionários (região Centro-Sul).
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Para atender o desejo de exclusividade das consumidoras, a Casa da Sogra mantém dois estilistas que desenham as roupas para as clientes como serviço agregado.
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E, ainda que a moda seja também arte porque é uma forma de expressão de um povo e de uma época, o empresário tem poucas ilusões sobre o futuro das lojas de tecidos e dos profissionais do setor, como costureiras e alfaiates.
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