Por Daniela Maciel
Crédito: Adobe Stock
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As reuniões por plataforma de vídeo, que foram tão úteis e populares durante a pandemia, já não satisfazem mais as empresas quando o assunto é fechar negócios.
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A queda das barreiras sanitárias e das medidas de isolamento social permitiu que empresários e outros profissionais voltem a viajar para trabalhar e negociar.
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É certo que, mesmo que o ritmo seja bastante inferior ao que acontece com o turismo de lazer, a retomada do turismo de negócios no ano passado foi bastante comemorada.
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Os resultados de 2022 ficaram apenas 4,7% abaixo dos alcançados em 2019, último ano antes da pandemia, segundo dados do Levantamento de Viagens Corporativas realizado pela Fecomércio São Paulo em parceria com a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev).
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Entre os hotéis, principalmente nas capitais – onde o turismo de negócios é mais forte – a movimentação já permite uma recomposição das tarifas com o aumento do índice de ocupação média.
Crédito: Divulgação Wyndham Hotels & Resorts
Segundo o diretor de Operações da Wyndham para Brasil e Bolívia, Hiram Della Croce, ao longo dos últimos três anos a rede vivenciou vários momentos de ‘fim do poço’, esperança e retomada do otimismo.
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