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“A nova idade das trevas” perturba

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#DC Mais | Imagem: Pexels / Arte: Will Araújo
#DC Mais | Imagem: Pexels / Arte: Will Araújo

“A nova idade das trevas”, de James Bridle, é uma publicação da Editora Todavia que não obedece ao sistema de fichamento normativo, de modo que não se pode precisar o ano da edição. Tudo que é preciso saber a respeito da engenharia e arquitetura tecnológica que desenharam o estado bélico em que o planeta se debate, a evolução dos mainfraimes, cada conquista militar e científica e o modus operandi que tinha seu escopo no momento apoteótico da “democratização” de equipamentos, com o projeto mais ambicioso em que os mecanismos de controle atingiriam sua apoteose, é narrado no livro.

Spielberg em “A.I. – Inteligência Artificial” foi mais visionário. No filme, um robô-criança identifica-se com Pinocchio, o bonequinho mentiroso, e busca desesperadamente a “Fada Azul”, que iria torná-lo um ser humano, mais que superinteligente, digno de ser amado.

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Mas “A nova idade das trevas” é um livro surpreendente em que é possível perceber que não há tanta novidade quanto faz parecer a esse belicoso ser humano que é apresentado no livro, com estantes de livros onde zapateiros e nazistas sempre repousaram na mesma prateleira. Em residências em que “goiabeiras” cubanas e fardas convivem no mesmo guarda-roupa.

O autor afirma que “entender uma tecnologia de maneira profunda e sistemática geralmente nos possibilita reconstruir suas metáforas a serviço de outros modos de pensar”. De forma que, ao perceber o cérebro humano como o cérebro de um computador, nota-se a sua inferioridade de simulacro no evidente mecanismo de sua constituição. Apologistas e tecnocratas negam a evidente falência de um modelo tão autodestrutivo que se apresentou sem modéstia como winchester em questão.

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