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Aldir Blanc morre devido a infecção pelo Covid-19

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Crédito: Divulgação/IRDEB

Rio de Janeiro – Morreu nessa segunda-feira, aos 73 anos, o compositor e escritor brasileiro Aldir Blanc, por complicações causadas pelo novo coronavírus (Covid-19), depois de ficar mais de duas semanas na UTI do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), no Rio de Janeiro.

A morte foi divulgada pela assessoria de Blanc. Ele havia sido hospitalizado em 10 de abril, com um quadro de pneumonia, pressão alta e infecção urinária. Uma semana depois, foi confirmada a infecção pelo novo coronavírus.

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Na década de 1960, Aldir dividia seu tempo entre a música e a medicina, curso em que se formaria com especialidade em psiquiatria. Foi nesta década que ele participou de diversos festivais da canção, compondo músicas interpretadas por Clara Nunes, Taiguara e Maria Creuza.

No início dos anos 1970, abandonou a medicina para se dedicar exclusivamente às artes. E foi nesta década que ele compôs o seu maior sucesso. Com a parceria de João Bosco e na voz de Elis Regina, o mundo conheceu “O bêbado e a equilibrista”.

Autor de canções marcantes da música popular brasileira (MPB), como “Dois pra Lá, Dois pra Cá” e “Mestre-sala dos Mares”, Blanc deixa centenas de músicas que marcaram a luta contra a ditadura, mas sobrevivem ao tempo. O compositor, e também escritor, retratou a alma brasileira, o cotidiano das ruas cariocas e personagens da história do País.

O parceiro mais presente na obra de Aldir foi João Bosco, mas ele também trabalhou com nomes como Paulinho da Viola, Cristóvão Bastos e Moacyr Luz. Suas canções foram gravadas por todos os grandes nomes da MPB nos últimos 50 anos. Blanc fez parcerias musicais também com Maurício Tapajós, Paulo Emílio, Carlos Lyra, Guinga, Edu Lobo, Wagner Tiso, César Costa Filho, Roberto Menescal e Ivan Lins, entre outros.

Em 1978, publicou as crônicas “Rua dos Artistas e arredores”. Em 1981, “Porta de tinturaria” (1981). As duas obras foram reunidas, posteriormente, em 2006 na edição “Rua dos Artistas e transversais”, que ainda trouxe 14 crônicas escritas para a revista “Bundas” e para o “Jornal do Brasil”.

Migliaccio – O ator Flávio Migliaccio, de 85 anos, foi encontrado morto na manhã de ontem pelo caseiro no sítio onde morava, no município de Rio Bonito, na região metropolitana do Rio de Janeiro. A família ainda não sabe a causa da morte. Migliaccio nasceu no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 26 de agosto de 1934.

Ele iniciou a carreira na década de 50 no teatro, junto com a irmã, Dirce Migliaccio, já falecida, e ingressou na TV Globo em 1972, desempenhando o papel de Xerife, na novela “O Primeiro Amor”. O sucesso alcançado pelo personagem deu origem, naquele mesmo ano, ao seriado “Shazan, Xerife e Companhia”, estrelado também pelo ator Paulo José.

O ator participou de mais de 30 novelas e minisséries e fez sucesso com vários personagens, como o pão-duro Moreiras, em “Rainha da Sucata” (1990), o feirante Vitinho, em “A Próxima Vítima” (1995), Fortunato, em “Passione” (2010), e o turco Chalita, da série “Tapas & Beijos” (2011). Ele também atuou em sucessos da TV Globo como “Êta Mundo Bom!” (2016), “Caminho das Índias” (2009) e “América” (2005).

Migliaccio trabalhou ainda no cinema, ficando conhecido pelo personagem título do filme “Aventuras com Tio Maneco”, de 1971, do qual foi também diretor. O último trabalho de Migliaccio na televisão foi como o personagem Mamede Al Aud, na novela “Órfãos da Terra”, que foi ao ar no ano passado na TV Globo. Casado com Ivone Migliaccio, Flávio é pai do jornalista Marcelo Migliaccio. (ABr, com informações da Agência Senado)

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