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Allegro Vivace reúne Telo Borges e Cláudio Venturini

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Credito: Silvio Coutinho/Divulgação

A série de recitais de música erudita Allegro Vivace continua a temporada 2020 com a performance de Cláudio Venturini e Telo Borges, os irmãos mais novos do Clube da Esquina. O evento será realizado amanhã, às 20 horas, no auditório da Rede Mater Dei de Saúde, em Belo Horizonte, em formato digital. A transmissão será feita pelo canal do evento no YouTube (Recitais Allegro Vivace).

Com Cláudio no violão e Telo no piano, além dos vocais, a dupla dispensa apresentação. A vivência com os irmãos mais velhos no grupo que nasceu na Santa Tereza, na década de 1960, para ganhar o mundo, é fonte de inspiração para os dois. A música mineira expressa por este conjunto de artistas, antes de tudo amigos e companheiros de travessia da própria vida, é de uma qualidade que vem sendo exaltada há décadas, ao redor do globo.

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É impossível falar em Cláudio sem ouvir internamente a potência de sua guitarra nos memoráveis solos que desempenhou e ainda desempenha no lendário 14 Bis. Assim como é impossível falar de Telo sem lembrar as maravilhosas canções compostas por ele, como “Vento de Maio”, eternizada por Elis Regina e seu irmão Lô Borges, e “Tristesse”, com letra de Milton Nascimento e ganhadora de um Grammy de Música Latina em 2013. A dupla está por trás de grande parte das obras-primas eternizadas pelo Clube da Esquina.

Cláudio é o irmão mais novo de Flávio Venturini. Telo é da trupe dos irmãos Lô Borges, Marilton Borges e Márcio Borges, em uma família de 11 filhos. Entre as brincadeiras de criança, viam a música acontecer no quintal de casa, por assim dizer. E pela batuta de grandes mestres – além de Flávio Venturini e Lô Borges, Milton Nascimento, Toninho Horta, Tavinho Moura, Beto Guedes, Wagner Tiso, entre outros expoentes do Clube da Esquina.

“O Fio da Navalha” – Cláudio e Telo sempre se apresentaram juntos, aqui e acolá, ao longo de anos, desde as inesquecíveis e improvisadas sessões de Natal até o evento caótico e genial chamado “O Fio da Navalha”, no fim de 1990, que reunia a geração mais nova do Clube da Esquina e primava pela liberdade das performances. Atualmente, estão desenvolvendo trabalhos on-line, e seu público se multiplica dia a dia. Em tempos de recolhimento, fazem da música um bálsamo.

O repertório para o recital, em pegada popular, estilo que o Allegro Vivace faz questão de abraçar, é recheado de composições que se tornaram antológicas através do Clube da Esquina, como “O Trem Azul”, “Para Lennon e McCartney”, “Quem Sabe Isso quer Dizer Amor”, “Vento de Maio”, alguns sucessos do 14 Bis, como “Todo Azul do Mar”, “Espanhola” e “Mesmo de Brincadeira”, além de peças instrumentais e outras autorais da dupla.

Para Telo, enquanto a música popular conecta pessoas de realidades diferentes, mais simples ou mais cultas, falando ao coração, a música erudita encanta pela construção em cada timbre, cada ritmo, cada melodia ou harmonia que, sobrepostos e contrapostos, parecem belas concepções arquitetônicas.

No fim das contas, em sua opinião, a relação entre esses dois universos passa pelo sentido de aproximar as pessoas, faz chegar perto a beleza da criação, e também estar ao lado de Deus. “Vamos tocar músicas que marcaram a vida de muita gente. Fazer música é sempre um prazer e, na quarentena, quase uma obrigação. Nesses momentos difíceis, é uma esperança”, observa.

Admirador de grandes guitarristas, Cláudio fala de sua identificação com o rock, mas também com o jazz, o pop, a MPB e, porque não, os compositores da música clássica. De Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Pink Floyd, John McLaughlin, Beatles, Sarah Vaughan, Tom Jobim, Dorival e Nana Caymmi, a Bach, Mozart, Beethoven e Stravinsky, tem referências ecléticas.

“A música salva. Quem toca um instrumento já tem um amigo”, argumenta. Ele destaca a saudade em experimentar novamente a energia de estar no palco, depois de tudo suspenso por causa do novo coronavírus. Cláudio conhece o Allegro Vivace desde o começo, e revela sua admiração pelo projeto. “Nunca imaginei que um dia iria participar. É um presente, uma honra”, resume.

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