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Cine Humberto Mauro exibe filmes de Hitchcock

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Crédito: Divulgação

“Eu me sentia aterrorizado pela polícia, pelos jesuítas e pela punição. Estas são as raízes do meu trabalho”. Foi esse medo interior que Alfred Hitchcock conseguiu levar de dentro de si para as telas de cinema como poucos, revolucionando a linguagem cinematográfica. Nada mais propício e coerente do que celebrar o mês do “Dia das Bruxas” com obras do mestre do suspense’.

A Fundação Clóvis Salgado, por meio do Cine Humberto Mauro, realiza a mostra “O Assustador Hitchcock”, que exibe, a partir de hoje e até o próximo domingo, cinco filmes de suspense marcantes da carreira de um dos realizadores mais célebres do cinema. O público também terá acesso, pela plataforma CineHumbertoMauroMAIS, à versão digital do catálogo da mostra retrospectiva Hitchcock é o Cinema, realizada pela Fundação Clóvis Salgado em 2013.

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A programação conta com os longas “Festim Diabólico” (1948), “Disque M Para Matar” (1954), “Psicose” (1960), “Os Pássaros” (foto), de 1963, e “Frenesi” (1972). Todos os eventos do Cine Humberto Mauro possuem entrada gratuita, e os ingressos serão distribuídos durante o horário de funcionamento da bilheteria, no dia de cada sessão, com lotação máxima do cinema de 44 lugares, além de dois espaços reservados para cadeirantes, garantindo o distanciamento do público.

A notabilidade de Hitchcock é tão grandiosa que, mesmo falecido em 1980, permanece até hoje amplamente reconhecido como um dos nomes mais influentes e relevantes da história da sétima arte. Trazendo diversas inovações para a linguagem cinematográfica, o britânico foi eleito o segundo melhor diretor de cinema de todos os tempos pela British Film Institute.

“A importância de Hitchcock para a história do cinema mundial é incontestável. Ele firmou-se como uma figura popular da cultura do século XX, mas soube também trabalhar a sua imagem e criar uma aura de encanto para a sua personalidade, desenvolvendo modos e processos de linguagem inovadores, que potencializaram a narrativa dos seus filmes”, explica o gerente do Cine Humberto Mauro, Bruno Hilário.

O diretor rodou 53 filmes. Todavia, foram as décadas de 1950 e 1960 que consagraram Hitchcock a maior referência do cinema de terror e suspense. Suas técnicas inovadoras que prendem o espectador, perpetuaram memórias, arrepiando e emocionando os amantes da sétima arte. “O trabalho preciso de enquadramento, o movimento de câmera que ressalta aspectos sensoriais da narrativa, a trilha sonora marcante e, claro, as atuações impecáveis, são assinatura singular e facilmente reconhecíveis de seu trabalho’’, ressalta Hilário.

Ousadia – Segundo ele, além de inovador, o cineasta foi ousado e audacioso em um universo cinematográfico hollywoodiano, que possuía um único modelo preestabelecido. “O diretor chega a Hollywood desafiando os modelos de produção existentes. É possível afirmar que Hitchcock foi extremamente sagaz na sua afirmação como autor e conseguiu imprimir uma identidade estética para a sua obra, em um contexto de realização dominado pela indústria. Este reconhecimento foi fundamental para a crítica cinematográfica francesa, que na segunda metade do século, elegeu o cineasta como um dos principais autores da história do cinema mundial”, completa o gerente.

A mostra começa hoje, com as exibições de “Festim Diabólico” (1948), às 16h, e “Disque M Para Matar” (1954), às 18h30. Amanhã será a vez de “Psicose” (1960), às 16h, e “Os Pássaros” (1963), às 18h30. Na quinta-feira, serão exibidos “Frenesi’ (1972), às 16h, além de “Festim Diabólico” (1948), às 19h. A sexta-feira conta com “Disque M Para Matar”, às 16h, e “Psicose” (1960) às 19h. No sábado (30), as atrações são  “Os Pássaros”, às 16h e “Frenesi”, às 19h. A mostra encerra-se no domingo (31), Dia das Bruxas, com a exibição do clássico “Psicose”, às 18h. “Inúmeros filmes do gênero de terror e suspense alimentaram-se bastante destas obras que iremos exibir. Talvez Hitchcock tenha sido um dos diretores que mais mergulhou no contraditório e assustador universo dos desejos humanos”, ressalta Bruno Hilário.

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