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CLMG interpreta “Rosa”, de Pixinguinha

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Crédito: Divulgação

Encerrando as celebrações do Mês da Mulher, os integrantes do Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG) fazem uma bela interpretação da valsa “Rosa”, canção clássica da MPB composta em 1917 por Pixinguinha, com letra atribuída a Otávio de Souza e arranjo de Mário Leite. O vídeo vai ao ar hoje, às 10h, pelas páginas da Fundação Clóvis Salgado no Instagram e no Facebook. A produção possui direção musical do maestro assistente do CLMG, Augusto Pimenta, da maestrina associada ao CLMG, Lara Tanaka, e participação do pianista do CLMG, Fred Natalino.

Segundo Augusto Pimenta, o vídeo foi pensado como uma homenagem que tivesse um alcance e reconhecimento amplo dos espectadores. “O desafio foi buscar algo que, apesar de singelo, causasse uma identificação do público com a canção”, conta o maestro. “Longe das idealizações e posições sociais estáticas e rígidas, essa produção representa a diversidade de possibilidades do que é ser mulher no mundo hoje, ressaltando a ampla importância e presença da atuação feminina em diversos setores”.

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Pimenta destaca ainda a resiliência das coralistas, que continuam se esforçando nas gravações de forma remota, para entregar os trabalhos com a melhor qualidade possível. “É sempre um desafio buscar a harmonia entre músicos, que devem gravar suas partes da canção separadamente. Do ponto de vista técnico, o trabalho audiovisual tem sido um campo ainda novo para os profissionais do CLMG, que até então eram especializados em se apresentar ao vivo no palco”, destaca o maestro, parabenizando o desempenho dos profissionais envolvidos na produção inédita.

A valsa “Rosa” foi composta em 1917 pelo maestro, compositor, arranjador e músico Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha, e gravada no mesmo dia que outro grande sucesso, “Carinhoso”. Instrumental, a canção recebe sua letra icônica alguns anos depois. Segundo Pimenta, ainda surgem dúvidas sobre essa história: “Pixinguinha afirmou que a autoria da letra seria de um mecânico do Méier, de nome Octávio de Souza, falecido muito jovem. Ele teria escrito a letra em homenagem à irmã de um certo Moacir dos Telégrafos, cantor do bairro”, conta o maestro. Para diversos pesquisadores, entretanto, existe a suspeita de que a letra – por seu estilo rebuscado e parnasiano – seria de Cândido das Neves, parceiro de Pixinguinha em “Página de dor” e outras canções. A música se tornou um sucesso nacional a partir da gravação de Orlando Silva, 1937. “Essa valsa é um exemplo especial da capacidade composicional de Pixinguinha. De excepcional beleza e plasticidade, a melodia encanta gerações, conservando um frescor e uma incomparável expressividade”, conclui o maestro.

Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897-1932, conhecido como Pixinguinha, foi um maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador nascido no Rio de Janeiro. Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira. Contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva. Aprendeu música em casa, fazendo parte de uma família com vários irmãos músicos, entre eles o China (Otávio Vianna). Pixinguinha integrou o famoso grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco. A partir deste grupo, foi formado o conjunto Oito batutas, muito ativo a partir de 1919. Na década de 1940 passou a integrar o regional de Benedito Lacerda, passando a tocar o saxofone tenor.

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