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“100 dias com Alphonsus”

Hoje, o Museu Casa Alphonsus de Guimaraens promove a terceira edição do “Museu Alphonsus Convida”, programa de lives que traz uma série de discussões a respeito de temas ligados à obra e ao universo do poeta Alphonsus de Guimaraens. Nesta edição, que será transmitida a partir das 19 horas, o tema será o projeto “100 dias com Alphonsus”. A coordenadora do Museu Casa Alphonsus de Guimaraens, Ana Cláudia Rôla Santos, recebe o ator, diretor e dramaturgo Alex Carvalho, para uma conversa sobre o projeto “100 dias com Alphonsus”, em que a Cia. Cômica de Teatro publicará durante 100 dias, nos seus perfis das redes sociais, releituras cênicas de poemas do escritor Alphonsus de Guimaraens. O ano de 2021 marca o centenário de falecimento deste grande poeta e este experimento cênico-digital é uma forma que a Cia. Cômica encontrou para homenageá-lo.

“Música serve pra isso”

Criado por quatro amigos mineiros, aficionados por canções e outras tantas sonoridades, o podcast “Música serve pra isso” busca responder intrigantes questões sobre a arte musical. Que experiências sonoras o ajudaram a se moldar como ouvinte – ou, até mesmo, como pessoa? Qual a função da letra nas canções? O que é ser fã na atualidade? Eis algumas das questões que estimularam João Eduardo de Faria Neto, Leo Cunha, Maurício Guilherme Silva Jr. e Renato Villaça a criar o podcast “Música serve pra isso”, cujos episódios irão quinzenalmente ao ar, a partir de hoje, nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Deezer e Apple. Para marcar o lançamento do programa, o quarteto participará, também hoje, às 19h30, de uma live especial, no YouTube do podcast (http://bit.ly/musicaservepraisso).

Música histórica

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A 3ª edição do Festival de Música Histórica de Diamantina será realizada entre os dias 23 de abril e 1º de maio, em formato totalmente digital em função do avanço da pandemia e das necessidades de isolamento social. A programação terá como base a temática “O acervo somos nós” e busca dar visibilidade aos diversos acervos de música existentes em Minas Gerais, desde conjuntos de partituras e de instrumentos presentes em museus e espaços culturais, além daqueles caracterizados por sua dimensão social, comunitária e corporal, os acervos vivos, compreendendo a função de mestres instrumentistas e cantadores da cultura popular, os povos indígenas presentes no estado, bem como as práticas musicais comunitárias que consolidam espaços de preservação da memória sonora, como as linguagens de sinos, as bandas e os terreiros.

Minicursos gratuitos

Um dos destaques da 3ª edição do Festival de Música Histórica de Diamantina será a realização de dois minicursos gratuitos: “Conservação de documentos musicais”, com a professora Mary Ângela Biason, do Museu Carlos Gomes e “O sino da igrejinha faz belém blem blom”: o soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África central ocidental e no Brasil centro-africano”, que será ministrada pelo professor Rafael Galante – mestre e doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo. Ambas as atividades serão realizadas nos dias 27 e 28 de abril por meio da plataforma Zoom. Serão oferecidas ao todo 100 vagas, sendo que 15% delas são destinadas a moradores de Diamantina e região. Os links serão encaminhados para os e-mails dos selecionados. Os participantes receberão certificado de participação. As inscrições podem ser feita até o próximo domingo pelo site do festival: www.musicahistoricadiamantina.com.br/minicursos.

“Estações” na TV Brasil

Grande parte da trajetória do País se fez seguindo o apito do trem. Pelas linhas férreas, pessoas e cargas romperam fronteiras, cruzaram histórias e fizeram novas moradas. As estações ferroviárias se tornaram mais que locais de embarque e desembarque. A vida social, econômica e cultural de muitos municípios girou entorno dos trilhos. O programa “Estações”, produzido pela Rede Minas, mostra locais que acolhiam as locomotivas. A atração agora é exibida pela TV Brasil. A estreia é hoje, às 6 horas. O passeio começa com a primeira temporada do “Estações”. O programa traz um dos ramais da Estrada de Ferro Central do Brasil, construída no início do século XX . O público confere o ramal Paraopeba. Essa linha férrea passava por 39 estações de diversas localidades, de Congonhas a Belo Horizonte, em Minas Gerais.

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