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Crédito: Freepik

“Filarmônica em Câmara”

Hoje, às 20h30, na Sala Minas Gerais, será realizada mais uma apresentação da série “Filarmônica em Câmara”, com destaque para os músicos da Filarmônica de Minas Gerais. A flautista Renata Xavier, a oboísta Maria Fernanda Gonçalves, o clarinetista Marcus Julius Lander e a pianista Ayumi Shigeta interpretam “Capricho sobre árias dinamarquesas e russas, op.79”, de Saint-Saëns. O violinista Rommel Fernandes, o violista Nathan Medina e o violoncelista Philip Hansen executam o “Trio para cordas nº 1, op. 34”, de Hindemith. A flautista Cássia Lima e o percussionista Rafael Alberto apresentam “Azul”, de Daughtrey; e o “Quarteto de cordas em Fá maior”, de Ravel, será interpretado pela violinista Joanna Bello, pelo violinista Rodrigo Bustamante, pelo violista Gerry Varona e pela violoncelista Camilla Ribeiro. O público poderá assistir ao concerto presencialmente, na Sala Minas Gerais. A venda de ingressos (R$30) será feita pela internet, no site da Filarmônica (www.filarmonica.art.br) e na bilheteria da Sala Minas Gerais.

Legado de Helena Blavatsky

Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo nas últimas décadas do século 19, tornando-se imprescindível para o pensamento moderno. A vida e obra desta renomada personalidade russa inspirou o monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, que será apresentado hoje, às 20h. Visto por mais de 7 mil pessoas, o espetáculo, estrelado por Beth Zalcman sob a direção de Luiz Antonio Rocha, mexe com os espectadores ao instigar uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Este é o primeiro texto teatral da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão, cujas palestras na internet são acompanhadas por milhões de admiradores. A venda de ingressos é realizada pelo Sympla (www.sympla.com.br/produtor/helenablavatskyavozdosilencio) e transmissão pelo Zoom. Logo após cada sessão, haverá um bate-papo com o diretor, a autora e a atriz do espetáculo sobre o legado deixado pela escritora.

“Meus bichos do sertão”

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Está aberta a exposição gratuita ‘ Meus Bichos do sertão’, da artista mineira Maria Lira Marques, na AM Galeria, que fica na rua do Ouro, 136, Serra. O horário de visitação é de segunda à sexta, de 12h às 19h e aos sábados de 12h às 14h. A mostra, que conta com texto de Rodrigo Moura, apresenta uma pequena parcela do imenso acervo que, há décadas, Maria Lira vem realizando em barro sobre papel. Herdeira e vizinha dos maxacalis, povo originário do nordeste de Minas Gerais, Maria Lira utiliza uma técnica original de pintura, na qual emprega diversos pigmentos minerais, os mesmos utilizados na cerâmica, misturados numa têmpera-cola aplicada com firmeza sobre o papel. A matéria-prima utilizada por ela é recolhida da natureza, dos cupinzeiros brutos e do pedregulho duro. As cores em tons terrosos, como laranja e bege, criam um jogo de contraste nas peças.

Dez textos para teatro

O escritor e dramaturgo Julliano Mendes lança hoje dez textos dramáticos de sua autoria, que podem ser acessados gratuitamente pelo endereço eletrônico www.jullianomendes.com. As obras transitam por distintas temporalidades, já que, para além da ideia de incorporar temáticas influenciadas por atmosferas sociais, políticas e estéticas do presente, elas têm também a ambição de revisitar temas consolidados pela cultura mundial pelas lentes do contemporâneo, ajudando a compreender as sociedades atuais e fornecendo pontos de vista para as futuras gerações. Não é fácil rotular o trabalho de um autor que publica, de uma só vez, dez textos dramáticos, parte deles nunca encenado. O que resumiria a obra de Julliano Mendes é, de um lado, a necessidade de produzir um pensamento complexo, sem modismos, sobre a dramaturgia brasileira contemporânea, e, do outro, a obsessão pela escrita, a partir da crença em um teatro que foi feito para ser lido, ou, como diz o dramaturgo, “um teatro que aposta na dramaturgia como literatura”.

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