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Deslizamento de terra atinge patrimônio em Ouro Preto

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Crédito: Reprodução de vídeo
Crédito: Reprodução de vídeo

Um deslizamento de terra em um morro no centro da cidade de Ouro Preto (MG) atingiu dois casarões históricos na manhã de ontem. Bombeiros e técnicos da Defesa Civil municipal permaneciam no local verificando a situação ao longo da tarde de ontem. Até o fechamento desta página, não havia registro de vítimas, pois toda a área ao redor já tinha sido evacuada.

Filmagens bastante impactantes, de pessoas que testemunharam o acidente, circularam pelas redes sociais. Nelas, é possível ver, a distância, o momento em que parte do Morro da Forca vem abaixo, na altura da rua Diogo de Vasconcelos, próximo ao Terminal de Integração José da Silva Araújo. O acidente ocorreu por volta das 9h, pouco após o Corpo de Bombeiros ter sido acionado por pessoas que perceberam que o talude estava cedendo.

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Em frente aos imóveis atingidos, no sopé do morro, do outro lado da rua, funciona o Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). A rua foi isolada e moradores de casas próximas não tinham sido autorizados a retornar às residências até a tarde de ontem, pois a área ao redor do talude que deslizou continuava instável devido às fortes chuvas que há semanas atingem Minas Gerais.

“Se houver outro desmoronamento, há a possibilidade de um hotel e um restaurante serem atingidos”, informou o Corpo de Bombeiros, em nota enviada no final da manhã. Segundo a corporação, os dois casarões atingidos tinham valor histórico reconhecido, foram tombados.

Já o Morro da Forca tem esse nome porque era o local onde eram aplicadas as penas de enforcamento na época em que o Brasil era colônia de Portugal.

Situação de emergência – Já são 374 municípios mineiros em situação de emergência em Minas Gerais e devido às intensas chuvas das últimas semanas. Desde o início do período chuvoso, em outubro de 2021, 25 pessoas morreram, 26.492 ficaram desalojadas e 4.047 desabrigadas, segundo informações divulgadas ontem pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec). (Com informações da ABr e Agência Minas)

SES aumenta testagem para Covid e gripe em áreas afetadas pelas chuvas




A Secretaria de Estado de Saúde (SES) vai aumentar a testagem nos municípios afetados pelas fortes chuvas das últimas semanas. A informação foi divulgada ontem pelo secretário Fábio Baccheretti, durante coletiva de imprensa na Cidade Administrativa.

“Já recomendamos aos municípios aumentarem a proporção de testes porque, devido ao convívio entre os desabrigados, a chance de ter um surto de Covid-19 e Influenza é muito grande. Nossa Vigilância Sanitária está atenta e acompanhando de perto o assunto”, explicou.

O secretário enfatizou que Minas está trabalhando para evitar o ocorrido na Bahia, Estado que também foi fortemente castigado pelos temporais no final de 2021. “Após as chuvas, a Bahia enfrentou surto de Influenza e de Covid entre a população desabrigada”, lembrou.

Anteontem, a SES iniciou a distribuição de um total de 1.081.690 testes rápidos para detecção de antígeno Covid-19, sendo 966.245 destinados aos municípios de Minas Gerais e 115.445 para a população quilombola. 

Com o envio dos testes, a secretaria pretende expandir o diagnóstico da Covid-19 em larga escala, a fim de monitorar a situação epidemiológica e direcionar os esforços na contenção da pandemia no Estado.

Pico – O recorde de infectados por Covid em 24 horas, registrado na terça-feira (11), em Minas, foi superado anteontem, quando foram identificados 18.153 novos casos de Covid-19. De acordo com Fábio Baccheretti, o pico do contágio é esperado para as próximas duas semanas.




“O vírus está circulando como nunca circulou. A nova cepa, a Ômicron, tem uma capacidade de infectar muito maior em relação às demais que surgiram desde o início da pandemia. A única forma de se combater a doença é se vacinando e usando máscara”, alertou.

De acordo com levantamento da SES, em dezembro, a média de taxa de óbitos por 100 mil habitantes no Estado foi de 0,06 para vacinados com duas doses. Para os que tomaram apenas uma dose, a taxa é de 0,12. Já os que não tomaram a vacina, o número chega a 0,71. (Com informações da Agência Minas)

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