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Edifício do CMRR recebe obras de reforma

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#DC Mais | Imagem: Pexels / Arte: Will Araújo
#DC Mais | Imagem: Pexels / Arte: Will Araújo

O Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), unidade gerenciada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), está em reforma para retomar as atividades ligadas à gestão de resíduos sólidos e também receber novas atribuições do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema).

Prevista para ser concluída no primeiro semestre deste ano, a reforma tem o objetivo de promover ajustes estruturais importantes para dar mais segurança e nova cara ao espaço multiúso. A secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo, esteve no local na semana passada e viu de perto os detalhes das intervenções, que têm foco em um primeiro momento no telhado, parte elétrica e sistema de prevenção e proteção a incêndios.

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Concluídas as iniciativas da primeira fase, a intenção é retomar atividades que farão do espaço uma referência na relação da Semad com os catadores de materiais recicláveis e que também irão contribuir para capacitar municípios sobre tecnologias de gestão de resíduos sólidos urbanos.

Além disso, o edifício do tipo industrial, com área total de 10.580 metros quadrados (m²), sendo aproximadamente 4.194 m² de área coberta, instalado no bairro Pompeia, região Leste de Belo Horizonte, vai passar a receber setores do Sisema que hoje funcionam em outra unidade, no bairro Gameleira, região Oeste da Capital. Serão transferidas a gestão de frota, logística, patrimônio e equipamentos. A biblioteca do Sisema, que funcionava no prédio da rua Espírito Santo, centro de BH, que foi desativado, também será instalada no CMRR.

“Isso vai otimizar nosso custo administrativo e operacional e o mais importante é que, com essa redução de custo, teremos condição de investir ainda mais na gestão de resíduos, que tem sido prioridade do governador Romeu Zema, inclusive com a retomada do pagamento da Bolsa Reciclagem aos catadores em Minas Gerais”, diz Marília Melo.

De acordo com o diretor do CMRR, Pedro Henrique Martins, duas diretrizes principais vão nortear as atividades ligadas à gestão de resíduos sólidos urbanos no espaço após a reforma. Uma delas será a presença frequente de amostras de novas tecnologias para o apoio às gestões municipais na destinação de seus resíduos. Além disso, o Centro Mineiro vai fornecer treinamentos para catadores de materiais recicláveis, voltados para um melhor manuseio e uso das melhores tecnologias na gestão de resíduos dentro das associações de catadores. “A ideia é que o catador tenha aqui uma referência profissionalizante para melhorar as técnicas de trabalho e se inserir em uma maneira de destaque na categoria”, afirma o diretor do CMRR.

Economia – De acordo com o subsecretário de Tecnologia, Administração e Finanças da Semad, Diogo Melo Franco, a economia com a migração das atividades da Gameleira para o CMRR, e manutenção de um único espaço, será na ordem de R$ 500 mil por ano. Entre as atividades em curso para permitir a nova configuração do espaço geral, estão sendo feitos reparos e melhorias em telhados e forros; fechamento com telas metálicas no entorno dos telhados para evitar a entrada de animais; manutenção e revisão do sistema de combate e prevenção a incêndio e pânico; manutenção e revisão do sistema de climatização; melhoria na rede elétrica; reparos na rede de cabeamento estruturado e de telefonia.

O investimento previsto para a primeira etapa de melhorias, que serão entregues neste semestre, é de R$ 530 mil, sendo R$ 200 mil captados de emendas parlamentares já garantidas em 2020 e destinadas pelos deputados estaduais André Quintão e Ana Paula. Existe ainda a expectativa de um novo recurso, destinada por outros parlamentares, ao longo de 2021.

“Essa é uma primeira etapa. Nós vamos dar as condições iniciais para que sejam retomadas as atividades no Centro Mineiro, mas ao longo do ano outras reformas estão previstas para melhorar o espaço. Em especial a reforma do auditório, que vai ensejar várias atividades de maior qualidade, além de reformas específicas, como pintura e reformas nos cômodos”, diz o subsecretário.

Segundo Franco, a ideia é aproveitar o espaço privilegiado para criar uma espécie de central logística do Sisema: “O Centro Mineiro é um espaço muito bem estruturado. Ele vai ter como vertente principal as atividades voltadas à gestão de resíduos, mas também vai funcionar como uma espécie de central logística. Nós vamos poder trazer a biblioteca, toda a frota do Sisema, a parte de equipamentos com salas específicas e parte do patrimônio”.

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