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FCS abre mostras de artes visuais

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Palácio das artes, em Belo Horizonte
Crédito: Renato Cobucci/Imprensa MG

A Fundação Clóvis Salgado (FCS) inaugura hoje duas novas exposições do 2º Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, que ocuparão as galerias Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima até 12 de março. Foram contemplados os artistas visuais João Angelini (DF) e Erre Erre (MG), com as exposições “Do que fomos feitos e o que deixamos” e “Quero dançar sobre as ruínas dos reinos da escuridão”, respectivamente. Construídas a partir de múltiplos suportes, as mostras contarão com pinturas, desenhos, colagens, gravuras, objetos, apropriações artísticas, site specific, instalações, holografias e fotografias. A nova edição do Prêmio Décio Novielo de Arte Visuais busca refletir, a partir dessa diversidade de suportes, sobre o próprio gesto de se construir arte, investigando linguagens e a potência da materialidade enquanto conteúdo ativo que traz significado por si só.

Em “Do que fomos feitos e o que deixamos”, João Angelini explora os processos manuais e laborais de criação artística, confrontando-os com os labores dos trabalhadores da nossa sociedade, trazendo discussões sobre ocupação territorial, geopolítica e economia. Já Erre Erre constrói suas ruínas a partir da união de diversos fragmentos artísticos que fizeram parte de toda temporalidade de sua carreira. “Quero dançar sobre as ruínas dos reinos da escuridão” cria narrativas que se reformulam, a partir das mãos do próprio artista, com o tempo.

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O Prêmio Décio Noviello é a primeira mostra individual de Angelini fora do Centro-Oeste, e o artista a considera parte muito importante de seu trabalho. “Também vai ser minha primeira história em Belo Horizonte, lugar que curto muito e que há alguns anos virou um dos alvos para escoar minha produção, pois sei da riqueza e efervescência que é a cidade e o seu circuito cultural e mercadológico. Acredito que essa exposição será um belo primeiro passo e estou muito grato pela comissão de seleção ter visto meu projeto e acreditado no trabalho”, avalia.

 “Quero dançar sobre as ruínas dos reinos da escuridão” marca, para o artista mineiro Erre Erre, um tempo de colheita que se estende ao longo dos últimos dez anos. “A exposição abarca muitas ‘técnicas’. Ela flui do desenho para a pintura, monotipia, colagem, animação, som. Vou fluindo para o que me convoca, tentando achar alguma maneira de tocar/trocar com o que me chama”, explica o artista, que destaca o conceito de ruína como norteador do trabalho. “A mostra se dá numa ordem de ruína, de fragmentos, de imagens, de vestígios que duram no tempo: os coleciono e produzo, nisso, vão surgindo órbitas entre essas partes, elas vão se encontrando, se chocando, algo as anima. Talvez o tempo”, explica.

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