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Festival de Inverno da UFMG tem início hoje

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Crédito: Márcia Xavier

Começa hoje a 53ª edição do Festival de Inverno UFMG. O evento, que é referência nacional, promoverá diálogos e performances culturais de diversas vertentes, numa programação gratuita e aberta ao público, que pode ser conferida no site www.ufmg.br/festivaldeinverno.

Pelo segundo ano consecutivo, a realização será on-line, com lives e apresentações no YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC), devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

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A solenidade oficial de abertura do evento começa às 18h30, com a presença da reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart Almeida. Em seguida, acontece a palestra “Menino sem passado em pauta”, ministrada pela professora de literatura Eneida Maria de Souza e pelo escritor Silviano Santiago. “Menino sem passado” é o título do livro recentemente publicado por Santiago, que será objeto de uma interlocução em que serão apresentadas diferenças de composição com a escrita tradicional da memória.

Na sequência, às 20h15, o público participa do encontro poético entre o cantor Arnaldo Antunes e a escritora e professora da UFMG, Lucia Castello Branco. Inspirada no livro de poemas “Algo Antigo”, lançado por Antunes em março deste ano, a conversa passará por cinco caminhos componentes da trajetória do artista: o modernismo, o concretismo, o tropicalismo, Titãs e Tribalistas.

“O propósito é recuperar os trabalhos poéticos de Arnaldo e mostrar como as suas intervenções no campo das artes plásticas, na dança, suas performances e seus poemas visuais se relacionam com as ‘Escutas e Vozes dos Brasis’, tema do Festival de Inverno UFMG deste ano”, afirma Lucia.

Sob o tema “Escutas e Vozes dos Brasis”, a edição 2021 do festival aborda os impasses do Brasil contemporâneo ao rever os 100 anos do modernismo, tendo em vista a proximidade do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. A programação foi planejada em conjunto pela DAC e pelo projeto MinasMundo.

O projeto é composto por uma rede de pesquisadores e professores de universidades nacionais e internacionais, que busca fazer uma revisão dos sentidos do Modernismo em diferentes linguagens artísticas, intelectuais e políticas, a partir da viagem dos modernistas para Minas Gerais em 1924.

Atrações artísticas – Além de rodas de conversa e palestras, a programação ao longo do Festival está recheada de atrações artísticas. Amanhã, acontece o espetáculo teatral “Luiza Mahin… eu ainda continuo aqui”, às 19h45. No próximo dia 26, às 18h30, o artista multimídia e curador independente, Jaider Esbell, do povo Macuxi, realiza uma performance ao vivo. No mesmo dia, será exibido o primeiro vídeo da série Texturas Sonoras, gravada pelo projeto Minas Mundo. Outra série que acontece durante o festival é a Conversas Musicais, que promoverá shows comentados do grupo paulista A Barca, do ganhador do Grammy Latino, Toninho Horta, e da cantora mineira Titane, que se apresenta no encerramento do Festival com o músico Makely Ka.

Filmes, exposição, playlists musicais e oficinas também fazem parte da grade do evento, que reúne artistas e pensadores indígenas, negras, negros, dos saberes tradicionais e de diferentes áreas do conhecimento. A programação completa está disponível em www.ufmg.br/festivaldeinverno.

O Festival de Inverno UFMG, criado em 1967, é realizado anualmente pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG. Tradição da capital mineira e referência nacional, o objetivo do evento é promover uma interlocução entre universidade e sociedade, aliando arte e cultura contemporânea de ponta às manifestações culturais regionais.

Com 55 anos de existência, ele se consolidou em Belo Horizonte em 2014, após passar por cidades como Ouro Preto, Diamantina, São João del-Rei e Poços de Caldas. O Festival favoreceu o nascimento de grupos artísticos como o Galpão, Corpo, Oficcina Multimédia, e Uakti. Sua realização em Belo Horizonte também inspirou a formação de outros festivais, como o Internacional de Dança (FID) e o Internacional de Teatro (FIT).

Em junho deste ano, recebeu da Associação das Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM), o diploma de distinção em razão das boas e inovadoras práticas da UFMG no âmbito da colaboração com governos locais. Esse reconhecimento, na categoria Gestão cultural, reforça o histórico de ações potentes e transformadoras que o evento promove na área da cultura universitária e seus impactos e repercussões sociais.

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