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Filarmônica apresenta “Cartas Portuguesas”

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Crédito: Keiny Andrade

A Filarmônica de Minas Gerais apresenta, nessa semana, a ópera “Cartas Portuguesas”, do compositor carioca João Guilherme Ripper, em forma de concerto cênico. A obra, de grande força dramática, narra a paixão da freira portuguesa Mariana Alcoforado por um oficial francês, no século XVII. As cartas escritas pela religiosa ao seu amado, de dentro da clausura, dão origem ao libreto, também de autoria de Ripper.

A montagem trazida a Belo Horizonte pela Filarmônica estreou em São Paulo e em Lisboa (Portugal), no ano passado. O papel principal é vivido pela soprano Camila Titinger (foto); a regência é do maestro convidado Roberto Tibiriçá e a direção de cena é de Jorge Takla. Participam também as sopranos Érica Muniz, Deborah Bulgarelli e Nívea Freitas. Na mesma noite, a Filarmônica interpretará também a “Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93” de Beethoven.

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Por enquanto, a autorização para a retomada das atividades da orquestra não prevê a presença de público na Sala Minas Gerais. O concerto terá transmissão ao vivo para todo o público pelo canal da Filarmônica no Youtube, hoje, às 20h30.

Durante a apresentação, haverá um intervalo de 20 minutos, quando serão realizados os Concertos Comentados, palestras em que especialistas comentam o repertório da noite. O palestrante da noite é Arnon Oliveira, doutor em história, maestro do Coro Madrigale e professor de regência na Escola de Música da UFMG.

Roberto Tibiriçá recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire, Gilberto Tinetti e Peter Feuchwanger. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho. Já atuou como regente assistente no Teatro Nacional de São Carlos, em Portugal, e diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira. Também foi diretor artístico e regente titular da Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Campinas e da Filarmônica de São Bernardo do Campo. Atuou como diretor artístico da Sinfônica Heliópolis/Instituto Baccarelli e regente titular da Sinfônica de Minas Gerais e da Orquestra Sinfónica del Sodre, no Uruguai.

Na Petrobras Sinfônica, teve iniciativas elogiadas para divulgação e estímulo à música brasileira, como concertos com repertório de compositores nacionais contemporâneos e concursos para jovens solistas, regentes e compositores. Há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, na Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar.

A ítalo-brasileira Camila Titinger vem tendo destaque na Europa há três anos. No Brasil, atua nos principais papéis de soprano nas mais importantes salas de concerto e ópera. Recentemente, debutou “Donna Anna” no Garsington Opera Festival e no Théâtre des Champs-Elysées. Desde 2018, apresenta-se com Plácido Domingo em cidades como Liubliana, Estrasburgo, Valencia, Aarhus e Boston. Foi premiada nos concursos Neue Stimmen (Alemanha), Paris Opera (França), Belvedere (Letônia), Giusy Devinu (Itália) e, em 2019, representou o Brasil na BBC Cardiff Singer of the World. Suas próximas aparições serão com a Opera de Rouen Normandie e a Philharmonie de Paris. Em 2021, fará seu debut na Alemanha, interpretando Mathilde da ópera “Guilherme Tell”, de Rossini, no Aalto-Theater Essen.

Jorge Takla, direção de cena, é uma das personalidades mais ativas tanto no teatro como na ópera, Jorge Takla já dirigiu e produziu mais de 100 espetáculos de teatro e teatro musical. Formado na Escola de Belas Artes de Paris e no Conservatório de Arte Dramática de Paris, começou sua trajetória profissional ao lado de Robert Wilson, em 1974. De 1974 a 1976, atuou e dirigiu no Teatro La Mama, em Nova York. No Brasil, já dirigiu “My Fair Lady”, “Evita”, “Jesus Cristo Superstar”, “West Side Story”, “Mademoiselle Chanel”, “Vitor ou Vitória” e “Electra”, entre outras. Em ópera, dirigiu “Rigoletto”,”Tosca”, “La Traviata”, “La Bohème”, “As bodas de Fígaro”, “Cavalleria Rusticana”, “A viúva alegre” e outras. Foi dono do Teatro Procópio Ferreira de 1983 a 1992.

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