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Celso Picchioni e Euler Nejm - Créditos: Edy Fernandes

Foi lançado na noite da última quinta-feira, no Automóvel Clube, o livro “A escada e a porta, escrito pelo jornalista Henrique Leal, que narra a história do CEO do Grupo Super Nosso, Euler Nejm. A obra conta a trajetória de Euler Nejm desde quando ele foi emancipado pelos pais aos 15 anos. Foi com essa idade que ele passou a ser sócio do estabelecimento Atacadista do Canal Alimentar, que pertencia à sua família.

De acordo com o executivo, a sua história com o comércio começou muito antes disso. “Aos oito anos eu já ia para o armazém e ficava por lá com meus pais e aos 12 comecei a trabalhar com carteira assinada e tudo”, relembra. O livro descreve como o menino, que era metade libanês e metade brasileiro, honrou o sangue fenício e criou um dos comércios supermercadistas mais importantes do Estado.

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Segundo ele, o nome do livro faz uma referência à forma como ele enxerga a sua própria trajetória de empreendedorismo. Para ele, a vida pode ser comparada a uma escada, de forma que quem sobe está tentando melhorar

Já a porta são as oportunidades que aparecem nesse caminho. “Parece que, na medida em que você sobe degraus, mais portas se abrem. E eu já enfrentei crises que eu achava que nunca sairia delas e, em determinado momento, lá estava uma porta aberta”, afirma.

O executivo destaca que uma de suas lições como empreendedor é focar nas escolhas e não no plano B. Ele afirma que, às vezes, perde-se tempo pensando muito nas alternativas para planos que possivelmente não tenham sucesso.

Para Nejm, o gestor deve se concentrar em fazer boas escolhas e as consequências positivas virão.




“Também sigo um conselho do meu pai, que é: fazer negócios bons com gente ruim não compensa. Talvez seja até melhor fazer um negócio ruim, mas com gente boa, pois para o negócio a gente arruma uma solução”, avalia.

Rodrigo Ferraz e Evandro Negrão de Lima – Créditos: Edy Fernandes
Rafaela Nejm e Euler Nejm -Créditos: Edy Fernandes
Rodolfo Géo e Flávia Pieri – Créditos: Edy Fernandes
Luiz Carlos Motta Costa, Juscelino Jr. e Marcos Kayser – Créditos: Edy Fernandes
Marcelo Ligere, Wagner Espanha e Celso Picchioni – Créditos: Edy Fernandes
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