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Museu mostra oratórios afro-brasileiros

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Crédito: Reprodução

A forte espiritualidade africana atravessou o Atlântico, com os negros traficados, e escalou as montanhas de Minas Gerais. O legado foi a construção de um sincretismo religioso que, desde o período colonial, se faz presente em objetos de fé que fundem evocações e crenças e buscam incorporar a alma africana.

Na exposição “Objetos de Fé Afro-brasileiros”, que o Museu de Sant’Ana inaugura neste sábado (9), oratórios em diversos formatos e materiais traduzem essa sinergia construída pelo encontro de culturas dos povos formadores do Brasil. A mostra fica em cartaz no foyer do Museu de Sant’Ana,  em Tiradentes, com entrada gratuita, até o dia 10 de janeiro de 2022.

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Com curadoria de Angela Gutierrez, presidente do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, que faz a gestão do Museu Sant’Ana, a exposição traz peças que estiveram onipresentes no espaço colonial, nas casas, na algibeira, na mina e na senzala, fundindo fé e cultura. 

“Os oratórios de fatura afro-brasileira em exposição nessa mostra estão em seu estado original, tal como foram encontrados nas mais variadas situações. São instalações de diversos materiais que integram a fé e a arte, numa miscigenação do barroco com a alma africana”, afirma a colecionadora Angela Gutierrez. Ela completa que estes objetos religiosos, construídos no início da formação da sociedade brasileira, podem proporcionar uma reflexão sobre como as adversidades da história uniram povos e que a africanidade é parte indissociável da cultura brasileira.

Produzidos nos mais diversos materiais e técnicas, os oratórios são originários de Minas Gerais e do Nordeste do Brasil, alguns com apenas 5 centímetros e outros que chegam a quase 2,5 metros de altura A exposição “Objetos de Fé Afro-brasileiros” pode ser vista de quarta-feira a segunda-feira, das 10h às 18h . No domingo, o horário das 10h às 16h. O foyer do Museu de Sant’Ana fica na rua Direita, 93 (entrada pela rua da Cadeia), no  Centro de- Tiradentes.

Acervo – Instalado na antiga cadeia pública da de Tiradentes, o museu abriga 291 imagens de Sant’Ana, a santa protetora dos lares e da família, bem como dos mineradores. São obras brasileiras, de várias regiões do país, eruditas e populares, dos mais variados estilos e técnicas, produzidas em sua maioria por artistas anônimos, entre os séculos XVII e XIX, em materiais diversos. Reunidas por Angela Gutierrez ao longo de quatro décadas de buscas e pesquisas, as peças constituem um acervo sem similar no país, agora compartilhado com todos. Doada ao Patrimônio Público e sob a gestão do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, a coleção impressiona pela beleza, originalidade e relevância.

O Museu de Sant’Ana adotou protocolo de acesso, que prevê, dentre outras ações: o visitante deve aguardar atendimento dentro das faixas de distanciamento estabelecidas na entrada do museu, mantendo o distanciamento mínimo de 1,5m entre pessoas; higienização dos pés em tapete sanitizante; uso obrigatório e correto da máscara facial ; higienização das mãos através de dispenser de álcool em gel; evitar o uso de mochilas e bolsas.

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