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Plano preserva memória arquitetônica de Minas

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Crédito: Divulgação

A política de preservação patrimonial no Estado se consolida com o Plano de Salvaguarda do Patrimônio Documental Arquitetônico e Urbanístico de Minas Gerais, elaborado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), por meio do Arquivo Público Mineiro (APM), em parceria com outras instituições. A partir de uma série de diretrizes, que consistem em 15 ações direcionadas, o plano faz um recorte da preservação da memória arquitetônica e urbanística em Minas Gerais a partir de três eixos principais: diagnóstico e governança, preservação de arquivos e democratização do acervo.

O plano foi lançado na última terça-feira, em um evento que contou com a presença do assessor especial do governo do Estado, Coronel Guedes, representando o vice-governador; do secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira; da presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Michelle Arroyo; da superintendente de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais, Flávia Botelho; diretora do Arquivo Público Mineiro, Luciane Andrade Resende; presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Minas Gerais, Maria Edwirges Sobreira Leal; entre outros representantes de instituições parceiras da Secult nesta iniciativa.

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Para o Coronel Guedes, o lançamento do plano é um marco para a preservação da memória mineira. “Além das ações direcionadas, o plano mantém os nossos laços de união. Somos rodeados por todo o Brasil, e esses traços da arquitetura mostram, em cada etapa, toda a nossa história contada em edificações e prédios. O nosso Arquivo Público Mineiro consolida essa vocação da história e preserva raízes tão importantes que temos”, destacou.

O plano começa a ser executado já a partir de agora, tendo duração bienal (2021/2022). Por meio da iniciativa, a Secult também pretende estimular a difusão dos acervos de arquitetura e urbanismo, franqueando acesso aos arquivos públicos de arquitetura e urbanismo custodiados pelo APM e promovendo o cadastramento dos arquivos privados de interesse público e social. Para o secretário Leônidas Oliveira, a ação é de grande relevância. “O lançamento desse plano é o início de uma atenção maior aos projetos de arquitetura e urbanismo do Estado. Tudo o que está no documento é como uma luz técnica, com clareza de objetivos sobre a salvaguarda de patrimônio arquitetônico e urbanístico”, disse.

O secretário ainda complementa que o APM será o guardião dessa política de salvaguarda, servindo como orientador para a execução e consolidação da iniciativa em todo o Estado. “O Arquivo Público Mineiro é o responsável por toda a documentação histórica de Minas e  a tradição de preservar os documentos arquitetônicos é uma consolidação da vocação que ele tem exercido ao longo desses anos. Agora, o nosso arquivo será, também, um multiplicador do plano, fortalecendo a política de documentação e salvaguarda em todo o território, que, esperamos, se torne perene”, pontuou Leônidas Oliveira.

Parceria – O Iepha-MG também será um importante aliado do Arquivo Público Mineiro na execução do Plano de Salvaguarda do Patrimônio Documental Arquitetônico e Urbanístico. Segundo a presidente do Instituto, Michele Arroyo, o plano vem ao encontro da reorganização e valorização da interlocução do poder estadual com demais secretarias de cultura e instituições ligadas à salvaguarda e à manutenção de acervos nos campos da arquitetura e do urbanismo.

“A consolidação desse plano reflete um longo trabalho realizado por essa gestão. É muito positivo presenciar esse processo tão rico, que conta com intercâmbio das instituições parceiras, que nos auxiliarão no levantamento de informações e definições dos trabalhos. Outro fator positivo do plano é que ele amplia o sentimento de pertencimento do cidadão mineiro. Reflete na participação cultural e na memória afetiva dos moradores Minas Gerais, que podem se reconhecer no processo de salvaguarda. É fundamental proteger esse acervo e assegurar sua contínua democratização”, afirmou Michele.

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