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De abril a junho, o abate de bovinos cresceu 4,6% e o de suínos aumentou 1,3% no Estado - Agência Brasil

Ao longo do segundo trimestre de 2018, Minas Gerais apresentou aumento no abate de bovinos e suínos. Quando comparado com igual período do ano passado, o acréscimo foi de 4,6% no segmento de bovinos e de 1,3% no de suínos. Já o abate de frangos recuou 1,9%, o que, em parte, pode ser justificado pela queda nas exportações e a maior oferta no mercado interno, o que impacta de forma negativa na formação dos preços. A produção mineira de leite industrializado ficou 1,3% maior no período. Os dados são da Pesquisa Trimestral de Abate de Animais, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com os dados do IBGE, em Minas Gerais foram abatidas 713,98 mil cabeças de bovinos, volume que ficou 4,6% superior às 682,3 mil cabeças abatidas em igual intervalo de 2017.

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O peso das carcaças de bovinos alcançou 168,9 mil toneladas, incremento de 3,4%. A variação positiva é justificada pelo maior abate de bovinos machos, cerca de 332,2 mil cabeças, cujo peso de carcaça tende a ser maior do que o das fêmeas. O abate de fêmeas somou 239,2 mil cabeças.

Entre abril e junho de 2018, as exportações de carne bovina, feitas por Minas Gerais, somaram 21,44 mil toneladas, volume 7,7% inferior às 29,2 mil toneladas embarcadas em igual período do ano passado. O volume de carne bovina exportado pelo País, no mesmo período, ficou 17,2% menor. Apesar da queda nos embarques, os preços da arroba no mercado interno se mantiveram em alta no intervalo.

Segundo os pesquisadores do IBGE, de abril a junho a arroba do boi gordo foi cotada a R$ 140,76, variando de R$ 136,80 a R$ 145,30 por arroba. O valor médio ficou 5,3% superior ao praticado no mesmo período do ano anterior, quando a média alcançou R$133,73 por arroba.

Aumento também foi verificado no abate de suínos. O levantamento do IBGE mostra que foram abatidas 1,36 milhão de cabeças de suínos em Minas Gerais ao longo do segundo trimestre de 2018, variação positiva de 1,3%. Entre abril e junho, o peso das carcaças somou 120,5 mil toneladas, volume que ficou 3,8% superior às 116,1 mil toneladas registradas em igual período de 2017.

Durante o segundo trimestre, Minas Gerais destinou ao mercado internacional 1,5 milhão de toneladas de carne suína, volume 41% inferior às 2,6 mil toneladas destinadas ao exterior em igual período do ano anterior. Com a queda dos embarques, a oferta do produto está em alta, enquanto os preços recuaram. Enquanto a média do preço pago pelo suíno vivo, no segundo trimestre de 2017, era de R$ 4, em igual período do ano atual, o valor retraiu para R$ 3,4 por quilo do suíno vivo, 15% inferior.

Leia também:

Produção de ovos cresceu 6,6% no País

Frango, ovos e leite – De acordo com o levantamento do IBGE, Minas Gerais abateu 1,9% a menos de frango no segundo trimestre. Ao todo, o abate alcançou 101,59 milhões de cabeças. O peso das carcaças, 249,5 mil toneladas, ficou 6,8% superior. Os pesquisadores do IBGE apontam a greve dos caminhoneiros como uma possível causa da queda nos abates, uma vez que a falta de transporte impediu a circulação normal de produtos e insumos pelo País, prejudicando toda a cadeia produtiva até a destinação do produto final.
Durante o segundo trimestre, as exportações mineiras de carne de frango recuaram 44% com o embarque de 24,9 milhões de toneladas.

A produção de ovos de galinha cresceu 3,5% e somou 80,94 milhões de dúzias. O efetivo de galinhas poedeiras, 14,5 milhões de cabeças, ficou 2,8% maior.

O volume de leite cru adquirido pelas indústrias apresentou alta de 1,3% e encerrou o período em 1,39 bilhão de litros. Minas Gerais seguiu liderando amplamente a aquisição de leite, com 25,6% do volume nacional, sendo o segundo lugar ocupado pelo Rio Grande do Sul (13,5%) e a terceira maior participação foi atribuída ao Paraná (12,3%).

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