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Resultado financeiro é atribuído, em parte, aos pagamentos consistentes, pelos clientes - Divulgação

A geração de caixa da MRV Engenharia durante o terceiro trimestre de 2018 atingiu os R$ 237 milhões, um aumento de 104% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em relação ao 2º trimestre deste ano, quando a geração de caixa foi de R$ 98 milhões, o crescimento é ainda maior, de 141%.

O repasse consistente de clientes junto aos bancos e o aumento das unidades produzidas contribuíram para um crescimento no volume de recebimentos e fizeram com que a empresa alcançasse o 25º trimestre consecutivo de geração de caixa, como ressalta o diretor executivo de finanças e relações com investidores da MRV, Leonardo Corrêa.

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“O resultado reflete a saúde da companhia e mostra que a máquina está azeitada, principalmente nos repasses junto aos bancos. Assim, o ritmo rápido de construção dos apartamentos permite que o recebimento do caixa aconteça de forma bastante eficaz”, confirmou.

Os dados da prévia operacional divulgada ontem pela empresa mostram ainda que, no terceiro trimestre deste ano, foram lançadas 10.926 unidades, representando um aumento de 14% em relação ao mesmo trimestre de 2017. Durante os nove primeiros meses de 2018 o número de lançamentos alcançou 27.343 unidades, crescimento de 7,2% em relação a igual período do ano anterior. Para os lançamentos previstos no próximo trimestre, a companhia já possui 81% dos alvarás necessários para atingir o objetivo de 50 mil unidades no ano.

“Esse é o reflexo da estratégia de atuação da MRV em um maior número de microrregiões das cidades. O fato de ter uma boa oferta em cada uma dessas regiões tem ajudado nos lançamentos e principalmente na demanda”, afirmou Corrêa.

O volume de vendas do terceiro trimestre de 2018 apresentou queda de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse período foram vendidas 9.804 unidades frente as 10.425 vendas no mesmo intervalo de tempo de 2017. O decréscimo está relacionado à instabilidade no processo de repasse das vendas no estado de São Paulo e, como consequência, a empresa deixou de reconhecer neste trimestre um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 115 milhões quando comparado ao segundo trimestre de 2018.

“Houve uma mudança de conceito da construtora que realiza as vendas somente depois que as unidades estão efetivamente contratadas com os bancos. Assim, o processo leva um pouco mais de tempo e as vendas, muitas vezes, são empurradas para os meses seguintes”, explicou.

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Banco de terrenos – Mantendo a estratégia de investimento em terrenos, a MRV Engenharia acumulou no banco de terrenos 44,3 mil unidades com alvará de construção, totalizando R$ 6,7 bilhões em VGV, dos quais R$ 3,0 bilhões já possuem registro de incorporação (RI) emitidos, o equivalente a 19,8 mil unidades.

Durante o terceiro trimestre de 2018 foram adquiridos 49 terrenos, representando um VGV potencial de R$ 4,3 bilhões e 25 mil frações. O objetivo é manter o foco em reabastecer as cidades na qual a construtora já atua, além de expandir as operações para outras grandes cidades.

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