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Se, de um lado, a nova mobilidade exige esforço e planejamento, de outro, ela oferece uma série de novos negócios que podem atuar diretamente sobre o trânsito. Algumas dessas empresas são globais e movimentam pessoas, dados e dólares aos milhões.

Os aplicativos de carro sob demanda são os mais óbvios. A 99, que há um ano atua na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), já percorreu mais de 200 milhões de quilômetros no Estado. De acordo com o gerente de operações da 99 em Minas Gerais, Danilo Mansano, mais do que ser uma opção de transporte, o aplicativo precisa se tornar uma opção modal, integrada ao planejamento da cidade e da região como um todo. Para isso é preciso que iniciativa privada e poder público conversem e se apoiem ouvindo com cuidado a opinião e necessidades da população.

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“Não se faz regulamentação às portas fechadas por isso buscamos ter um diálogo franco com o município. Somos uma empresa que pede licença para não pedir desculpas depois. Entendemos que não existe mobilidade se não existir integração. Um sonho é, por exemplo, a integração total de bilhetes”, explica Mansano.

Em Porto Alegre (RS) a empresa já disponibiliza para a prefeitura uma série de dados que ajudam a compreender o fluxo de pessoas na cidade ao longo do dia. Em várias praças já foram celebradas parcerias com as polícias locais para o mapeamento de zonas de risco. “A chegada dos aplicativos mostrou que é preciso antecipar cenários. O tempo todo nosso time de produtos trabalha ouvindo o poder público e parceiros”, afirma o gerente de operações da 99 em Minas Gerais.

Caronas – Ao passo que uns se propõem a facilitar o transporte particular, outros viabilizam caronas. O Blablacar, se propõe a ser uma comunidade de confiança que conecta quem procura uma viagem com quem tem espaço livre no carro. Atualmente são 60 milhões de membros em 22 países e 18 milhões de viajantes por trimestre.

Segundo o country manager da Blablacar no Brasil, Ricardo Leite, pesquisa realizada entre os usuários do aplicativo mostra que para 86% deles a carona é o meio mais barato de se deslocar e 59% passaram a viajar mais depois que conheceram o app. A economia também gira durante o trajeto: 47% dos respondentes foram expostos a pelo menos uma oportunidade de trabalho dentro do carro.

A BlaBlaCar chegou ao Brasil em novembro de 2015 e já conta mais de 2 milhões de usuários no País. Só em 2017 foram mais de 4 milhões de lugares em caronas oferecidos. As caronas no Brasil conectam 40 mil pares de cidades (São Paulo/Rio de Janeiro, Belo Horizonte/Brasília etc.) – 20 mil desses pares não são conectados por nenhuma forma de transporte público.

“Em cidades como São Paulo e Belo Horizonte muitas pessoas moram em municípios próximos e trabalham na capital em trajetos de até 100 quilômetros. Essas pessoas chegam a economizar entre R$ 800 e mil reais mensais. Esse é um dinheiro que entra na economia de outras formas. O mercado brasileiro é muito grande e é caro comprar e operacionalizar um carro. Então, o apelo do compartilhar pela questão do preço é muito atrativo. Dois terços dos usos atuais são de cunho pessoal com concentração na sexta-feira e domingo”, destaca Leite.

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