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Especial: diálogos DC

MRV adota energia fotovoltaica em cerca de 100 empreendimentos

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Sistema consiste na instalação de células fotovoltaicas no telhado, convertendo energia solar em energia elétrica - Crédito: Divulgação

Se de um lado a Organização das Nações Unidas (ONU) se esforça para reunir e convencer os países a se entenderem e agirem em prol da conservação ambiental e da sustentabilidade, de outro, empresas se mobilizam na medida das suas forças para fazer a sua parte. Para os especialistas não importa o setor, o segmento ou o tamanho da empresa. Também não importa o faturamento ou onde ela está instalada. Existe sempre uma possibilidade, algum ponto em que ela pode atuar para melhorar os seus processos, lançar um novo produto ou serviço, desenvolver uma cultura mais consciente entre seus diferentes públicos que visem uma relação mais saudável, respeitosa e amigável com a natureza.

A construção civil pelo seu tamanho e natureza da atividade é um dos setores que mais gera impacto direto sobre a natureza e também dos que mais se esforçam para mitigar os efeitos dessa exploração. Seja atuando diretamente no canteiro de obras lançando mão de técnicas construtivas mais eficientes, evitando desperdício de insumos, desenvolvendo e aplicando novos materiais, promovendo programas de educação ambiental para colaboradores e parceiros e entregando projetos mais responsáveis e sustentáveis para o consumidor, a cadeia da construção civil tem desempenhado um papel importante, ainda que sempre exista o que fazer e nem todos os membros tenham o mesmo nível de desenvolvimento nessa questão.

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Fazer chegar ao consumidor final toda essa mudança de mentalidade não é uma tarefa fácil. A MRV Engenharia, sediada em Belo Horizonte, fez a opção pela energia fotovoltaica para alcançar esse objetivo. Até o momento, a companhia já instalou o sistema de energia renovável em quatro empreendimentos: Salvador (BA), Cuiabá (MT) e São Luís (MA), além de Belo Horizonte, gerando mais de 1.000.000 kwh.

Em 2019, cerca de 100 empreendimentos da MRV serão lançados com o sistema de energia fotovoltaica. De acordo com o gestor-executivo de Suprimentos da MRV, Luís Henrique Capanema, o objetivo da empresa é inserir a tecnologia em todos os novos projetos até 2022, o que contará com um investimento de R$ 800 milhões.

“Essa decisão pela fotovoltaica partiu do nosso fundador. Ele, que conhece o mundo todo, viu exemplos de países muito menores e com menos irradiação solar que o Brasil que estão à frente na geração limpa de energia. A gente tem tudo pra crescer nessa linha. O Brasil vem criando condições para que isso seja ampliado em larga escala. A sustentabilidade que está só no canteiro de obras é muito importante e necessária, mas o cliente final não enxerga. Quando entregamos essa oportunidade, isso faz diferença. Isso gera economia para ele. Acredito que em breve as pessoas passarão a fazer escolhas baseadas nisso”, explica Capanema.

A ideia consiste na instalação de células fotovoltaicas no telhado do empreendimento, convertendo energia solar em energia elétrica. A carga gerada é transmitida para a rede de distribuição da concessionária de energia local e, ao final do mês, a energia produzida pelo sistema entra como saldo e é abatida da conta de luz mensal.

Os custos para uma construção do tipo ainda são mais altos que uma construção comum, porém a valorização do imóvel já faz compensar o investimento. A construtora adota diversas outras ações como a gestão de resíduos e reúso de água no canteiro de obras, entre outros.

“A possibilidade de fazermos esse tipo de oferta ao nosso cliente vem de um conjunto de fatores: as tendências mundiais de comportamento, as condições para que a tecnologia seja desenvolvida e ofertada de uma maneira economicamente viável e a nossa pegada de inovação e ser uma empresa indutora de mudanças. Essa opção também ajuda no fortalecimento da cadeia produtiva da energia fotovoltaica, que oferece empregos mais qualidade que da energia tradicional. Já estamos investindo em usinas para gerar energia para consumo próprio. Essas são ideias que vão se somando nessa busca pela responsabilidade ambiental”, pontua o gestor-executivo de Suprimentos da MRV.

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