COTAÇÃO DE 21-01-2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,4550

VENDA: R$5,4550

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,4870

VENDA: R$5,6130

EURO

COMPRA: R$6,1717

VENDA: R$6,1729

OURO NY

U$1.829,52

OURO BM&F (g)

R$320,53 (g)

BOVESPA

-0,15

POUPANÇA

0,6107%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Coronavírus Especial SME

ENGENHARIA HOJE | Empresários mobilizam-se para fortalecer hospitais

COMPARTILHE

" "
Crédito: SME

Diante da pandemia do novo coronavírus, empresários mineiros da indústria de engenharia e construção se mobilizam para dotar o Estado de recursos para que possa aumentar seu poder de combater a doença. No domingo, o empresário Rubens Menin, fundador da MRV Engenharia, anunciou a doação de R$ 10 milhões para a compra de respiradores. O respirador é o principal equipamento utilizado no tratamento das pessoas que já estão doentes. Cada equipamento custa cerca de R$ 100 mil.

Para o presidente da MRV, Rafael Menin, a doação foi feita porque o momento é de emergência e o Estado é muito carente em recursos. “Estes aparelhos farão a diferença no atendimento de pacientes graves. Acredito que este é o momento de cada um fazer a sua parte. E estamos fazendo a nossa”, disse o empresário, que defendeu a união do setor empresarial para colaborar com o Estado.

PUBLICIDADE




Como exemplo, ele citou a campanha que está sendo desenvolvida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon) para a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde dos hospitais públicos que atendem pacientes com coronavírus.

Por ora, Rafael Menin descarta a possiblidade de as empresas de construção colaborarem construindo instalações hospitalares e outras unidades de saúde. Por enquanto, para ele, o principal é colaborar na compra de equipamentos. “Se em algum momento, as instalações não forem suficientes, teremos que ver como agiremos”, afirmou.

Nessa terça-feira (24), a Federação das Indústrias no Estado de Minas Gerais (Fiemg) informou que está ampliando a mobilização iniciada pela MRV para a compra de respiradores. O objetivo, de acordo com a entidade, é viabilizar a doação de mil respiradores para a rede estadual de saúde pública. Os aparelhos serão adquiridos e entregues à Secretaria Estadual de Saúde. A definição de onde os equipamentos ficarão alocados será feita pela secretaria.

O objetivo da campanha é arrecadar de R$ 65 milhões para a aquisição dos respiradores. Até ontem, a Fiemg informou que já havia captado R$ 15,5 milhões e que seguia trabalhando para atingir a meta e entregar os equipamentos o mais breve possível. Segundo dados da Secretaria de Saúde, os novos aparelhos representam 15% do número total de equipamentos que o Estado possui atualmente.




“Entendemos a necessidade de apoiar as unidades de saúde do Estado, pois sabemos que não há a quantidade necessária de respiradores para o tratamento dos casos que poderão vir a acontecer. Vamos atuar no sentido de apoiar os mineiros, para minimizar os efeitos dessa pandemia”, disse o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe.

EPIs – Outra coleta de doações visa à compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) – protetor facial, máscaras e luvas, entre outros – para os profissionais da saúde que trabalham nos hospitais públicos do Estado que atendem doentes com o coronavírus. A campanha está sendo conduzida pelo Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

“Infelizmente, temos que fazer isso, porque vivemos em um Estado onde o governo tem boas intenções, mas não tem as condições financeiras necessárias para fazer face à pandemia do coronavírus”, afirmou o presidente do Sinduscon, Geraldo Jardim Linhares Júnior. Com a campanha, ele espera conseguir os recursos para a compra de um grande número de equipamentos de proteção. Para esta campanha, a MRV doou R$ 500 mil. “Esperamos ser o exemplo para os demais”, disse o presidente da MRV, Rafael Menin.

“Nossa preocupação é que os profissionais da saúde estão ficando sem condições de trabalhar”, afirmou Geraldo Júnior, que é favorável à não interrupção dos trabalhos nos canteiros de obras. Segundo ele, se a economia parar, o caos vai ser muito maior que o gerado pela própria pandemia.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

CONTEÚDO RELACIONADO

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!