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PBH reabre cadastro de protetores de animais; entenda

Registro gratuito e on-line permite atualizar dados de quem já participa e abre espaço para novos cadastros

3 min de leitura
Filhotes resgatados aguardam adoção, tema ligado ao cadastro de protetores de animais em BH
Fonte: Banco de Imagens/Canva

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) reabriu o cadastro de protetores de animais domésticos, com o objetivo de atualizar dados de quem já está na base municipal e ampliar o número de participantes. Hoje, 96 protetores estão cadastrados, e a expectativa da administração é aumentar esse número nos próximos meses.

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O cadastro é voltado para pessoas que cuidam de cães e gatos de forma independente, sem vínculo com uma ONG ou instituição formal. Também podem participar organizações e coletivos que atuam no resgate, acolhimento e encaminhamento de animais em situação de abandono ou vulnerabilidade na cidade.

O processo é totalmente gratuito e é feito pela internet, pelo Portal de Serviços da PBH, na página do Cadastro de Protetores de Animais Domésticos. Basta preencher o formulário com os dados solicitados para concluir o registro ou atualizar as informações já existentes.

Para que serve o cadastro?

A iniciativa é coordenada pela Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subem) e tem caráter informativo e estratégico. Na prática, o objetivo é criar um canal direto de comunicação entre o poder público e quem atua diariamente na proteção de animais, permitindo que a Prefeitura conheça melhor o perfil e as necessidades desse grupo.

Com as informações reunidas, a Subem pretende planejar programas voltados ao bem-estar animal, organizar capacitações e cursos, além de divulgar diretamente aos cadastrados editais, campanhas de conscientização e outras ações do município ligadas à causa animal.

Por que a atualização é importante?

Manter o cadastro de protetores de animais atualizado ajuda a Prefeitura a planejar ações mais alinhadas à realidade de quem enfrenta o problema de perto. Segundo a administração municipal, entender melhor a rotina de quem resgata e cuida de animais abandonados permite desenvolver políticas públicas mais eficientes, além de fortalecer a rede de proteção animal na cidade.

O levantamento também deve facilitar o contato direto entre a Subem e os protetores sempre que surgirem oportunidades como vagas em campanhas de castração, cursos de capacitação ou editais específicos para a causa animal.

Como funciona o cadastro na prática

Quem já participa da base de dados da PBH pode entrar no sistema e revisar as informações cadastradas, garantindo que continuem corretas e atualizadas. Já quem nunca fez o cadastro e atua de forma independente no cuidado de cães e gatos pode se registrar pela primeira vez, sem custo e sem burocracia, diretamente pelo Portal de Serviços da Prefeitura.

A recomendação da PBH é que o maior número possível de protetores independentes participe da iniciativa, já que um banco de dados mais completo tende a representar melhor a realidade da proteção animal em Belo Horizonte e ajudar o poder público a direcionar recursos e ações de forma mais assertiva.

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