Parte das instalações da Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família, na região Leste de Belo Horizonte, foi interditada preventivamente após uma vistoria da Defesa Civil, realizada na quarta-feira (16), identificar problemas estruturais no imóvel. Apesar do isolamento de alguns ambientes, as aulas continuam normalmente para os 424 alunos matriculados na unidade.
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De acordo com a Defesa Civil municipal, foram encontrados recalques de fundação, além de trincas e rachaduras em paredes. Algumas das anomalias também podem ser observadas na parte externa da edificação.
Quais áreas da Escola Estadual Helena Pena foram isoladas
A vistoria também identificou problemas em espaços internos do prédio, incluindo uma sala, banheiro e a área da direção. Diante dos riscos apontados, a Defesa Civil emitiu uma Notificação de Risco e determinou o isolamento preventivo dos locais afetados ou que poderiam ser atingidos.
Na Escola Estadual Helena Pena, foram parcialmente isolados os seguintes ambientes: secretaria, supervisão, direção e parte do auditório. A orientação é que sejam utilizadas barreiras físicas para impedir o acesso às áreas que apresentam risco.
Aulas continuam normalmente
A interdição de parte do imóvel não afetou as atividades pedagógicas. Com isso, as aulas dos 424 estudantes seguem normalmente.
Segundo a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), os servidores que trabalhavam nos espaços isolados foram transferidos temporariamente para outros ambientes da própria escola que permanecem liberados para utilização.
A SEE/MG informou, ainda, que sua equipe de engenharia está tomando as providências necessárias para recuperar os ambientes atingidos. A Defesa Civil determinou que seja realizada uma avaliação técnica especializada para identificar as causas dos problemas estruturais encontrados durante a vistoria.
Depois dessa análise, deverão ser executados os reforços e reparos indicados pelos profissionais responsáveis. Até que a situação seja solucionada, os danos identificados no imóvel deverão ser monitorados.
A situação é acompanhada pela Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana A, responsável pela unidade, em conjunto com a Defesa Civil de Belo Horizonte.