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Polícia Federal investiga fraudes bancárias pela Caixa Econômica

PF cumpriu mandado de busca e apreensão em SP contra grupo suspeito de abrir contas com documentos falsos e obter empréstimos fraudulentos em agência de Jacareí; penas podem chegar a 13 anos

2 min de leitura
Polícia está investigando fraudes bancárias realizadas em Agência da Caixa em Jacareí | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Polícia Federal realizou nesta última quarta-feira (10/6) uma operação contra fraudes bancárias praticadas contra a Caixa Econômica Federal. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na capital paulista, na residência de um suspeito investigado por envolvimento em fraudes contra uma agência da instituição em Jacareí, no interior de São Paulo. A ação foi autorizada pela 1ª Vara Federal de São José dos Campos.

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Como funcionava o esquema de fraudes bancárias

Segundo a PF, a investigação identificou a atuação de uma associação criminosa especializada na abertura fraudulenta de contas bancárias com uso de documentos falsos. O grupo também é suspeito de obter empréstimos de forma indevida e transferir os valores para contas de investigados e de terceiros ligados ao esquema.

Até o momento, quatro pessoas foram identificadas como envolvidas nas fraudes bancárias. A investigação teve início a partir de informações encaminhadas pela própria Caixa Econômica Federal às autoridades. 

Em 2025, a PF já havia cumprido outros três mandados de busca e apreensão relacionados ao mesmo grupo, em endereços de investigados ligados à movimentação dos valores.

Penas e desdobramentos

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de associação criminosa e estelionato contra instituição financeira pública, com penas que podem chegar a 13 anos de prisão.

Em nota, a Caixa informou que colabora com os órgãos de segurança pública nas investigações e que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar casos suspeitos. 

O banco ressaltou, ainda, que possui estratégias, políticas e tecnologias especializadas para garantir a segurança dos dados e das operações de seus clientes, e que as informações relacionadas às fraudes bancárias são repassadas com sigilo exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes.

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