{"id":10948,"date":"2026-10-06T15:45:00","date_gmt":"2026-10-06T18:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/?p=10948"},"modified":"2026-10-06T15:32:04","modified_gmt":"2026-10-06T18:32:04","slug":"big-techs-regras-eleitorais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/big-techs-regras-eleitorais\/","title":{"rendered":"Meta, Google e TikTok descumpriram regras eleitorais no 1\u00ba turno, diz estudo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As big techs descumpriram as regras eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral no primeiro turno de 2026 com fraudes que simulavam voto pelo celular e coletavam CPF de eleitores, segundo levantamento do Observat\u00f3rio das Big Techs, do <a href=\"https:\/\/netlab.eco.ufrj.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)<\/a>. O estudo cobriu o domingo (4) e registrou tamb\u00e9m centenas de an\u00fancios pagos ativos fora do prazo legal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A lei eleitoral pro\u00edbe propaganda paga na internet nas 48 horas antes das urnas abrirem e at\u00e9 24 horas depois do encerramento. As plataformas tamb\u00e9m devem desativar indica\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas de perfis de candidatos cadastrados na Justi\u00e7a Eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Meta registrou 568 an\u00fancios ilegais no 1\u00ba turno<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento registrou 568 an\u00fancios eleitorais irregulares nos servi\u00e7os da Meta. Seis pe\u00e7as usavam o nome e elementos visuais da Justi\u00e7a Eleitoral para simular um sistema oficial de vota\u00e7\u00e3o pelo celular. O conte\u00fado \u00e9 falso, segundo a Ag\u00eancia Brasil. Em alguns casos, o eleitor era levado a p\u00e1ginas externas onde o CPF era exigido para iniciar a suposta vota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Big techs descumprem regras eleitorais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Kwai, o NetLab identificou 18 propagandas ativas durante a elei\u00e7\u00e3o e 45 pe\u00e7as que continuaram rodando at\u00e9 o dia 4, vinculadas a dez candidaturas. No Google, o levantamento encontrou um an\u00fancio registrado em 3 de outubro que ainda estava no ar no dia da elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o NetLab, o TikTok indicou automaticamente 18 v\u00eddeos de sete candidatos nos dias 3 e 4. O YouTube recomendou 17 conte\u00fados ligados a seis candidaturas no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Meta contestou o estudo e afirmou que a an\u00e1lise n\u00e3o considera o conjunto de medidas de seguran\u00e7a adotadas pela empresa. O Kwai informou que aguarda acesso ao material para se pronunciar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TikTok informou ter removido 348.963 v\u00eddeos no Brasil entre junho e setembro de 2026 por viola\u00e7\u00f5es \u00e0s normas eleitorais. O Google afirmou que o \u00fanico an\u00fancio encontrado pelo levantamento \u00e9 prova de que suas equipes contiveram os abusos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As big techs descumpriram as regras eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral no primeiro turno de 2026 com fraudes que simulavam voto pelo celular e coletavam CPF de eleitores, segundo levantamento do Observat\u00f3rio das Big Techs, do NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 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