{"id":5086,"date":"2026-07-24T14:00:00","date_gmt":"2026-07-24T17:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/?p=5086"},"modified":"2026-07-24T13:53:52","modified_gmt":"2026-07-24T16:53:52","slug":"cemig-cobranca-indevida-de-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/cemig-cobranca-indevida-de-energia\/","title":{"rendered":"Cemig cobra R$ 37 mil de idoso e oferece pagar em 125 anos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um idoso de Dores do Indai\u00e1, na regi\u00e3o Central de Minas Gerais, perdeu mais de R$ 37 mil em uma cobran\u00e7a indevida de energia el\u00e9trica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O caso chegou ao <a href=\"https:\/\/www.tjmg.jus.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais (TJMG)<\/a>, que condenou a Companhia Energ\u00e9tica de Minas Gerais (<a href=\"https:\/\/www.cemig.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cemig<\/a>) a devolver o montante e pagar R$10 mil por danos morais. A 5\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel divulgou a decis\u00e3o nesta sexta-feira (24\/7).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O aposentado, vigia noturno de profiss\u00e3o, tinha fatura mensal de cerca de R$ 25. Em maio de 2025, o d\u00e9bito autom\u00e1tico retirou de uma vez R$ 37.437,64 de sua conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A origem do problema estava no sistema de leitura da companhia. O consumo de abril foi registrado em 64.052 quilowatts-hora (kWh), enquanto o de maio saiu zerado, o que gerou a cobran\u00e7a integral em uma \u00fanica fatura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cobran\u00e7a indevida de energia rendeu proposta de cr\u00e9dito por 125 anos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem recursos na conta, o aposentado recorreu \u00e0 Justi\u00e7a e obteve, em primeira inst\u00e2ncia, a restitui\u00e7\u00e3o do valor debitado e o reconhecimento de danos morais. Inconformado com a senten\u00e7a, recorreu pedindo reajuste da indeniza\u00e7\u00e3o e devolu\u00e7\u00e3o em dobro da quantia cobrada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o processo, ficou documentado que a Cemig prop\u00f4s abater os R$ 37 mil diretamente nas faturas seguintes do cliente. Pelo consumo m\u00e9dio registrado, esse abatimento levaria aproximadamente 125 anos para se concluir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A empresa reconheceu a falha no processamento da cobran\u00e7a, mas negou qualquer inten\u00e7\u00e3o deliberada de prejudicar o consumidor, sustentando que o valor j\u00e1 estava lan\u00e7ado como cr\u00e9dito no sistema e que a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais n\u00e3o deveria ser elevada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O juiz convocado Marcelo Paulo Salgado, relator do recurso, entendeu que a gravidade do ocorrido e o impacto emocional sofrido pelo idoso justificavam a manuten\u00e7\u00e3o da condena\u00e7\u00e3o. O pedido de restitui\u00e7\u00e3o em dobro, por\u00e9m, foi negado. Para o magistrado, n\u00e3o havia nos autos evid\u00eancia de que a empresa agiu de m\u00e1-f\u00e9.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um idoso de Dores do Indai\u00e1, na regi\u00e3o Central de Minas Gerais, perdeu mais de R$ 37 mil em uma cobran\u00e7a indevida de energia el\u00e9trica.&nbsp; O caso chegou ao Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais (TJMG), que condenou a Companhia Energ\u00e9tica de Minas Gerais (Cemig) a devolver o montante e pagar R$10 mil por danos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":5092,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[9,11],"tags":[],"class_list":["post-5086","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","category-cidades"],"acf":{"subtitulo":"Cemig admitiu falha t\u00e9cnica, mas negou m\u00e1-f\u00e9. 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