{"id":5260,"date":"2026-07-28T15:48:00","date_gmt":"2026-07-28T18:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/?p=5260"},"modified":"2026-07-28T15:32:32","modified_gmt":"2026-07-28T18:32:32","slug":"poda-de-arvores-em-bh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/geral\/poda-de-arvores-em-bh\/","title":{"rendered":"Projeto permite que morador corte \u00e1rvores sem permiss\u00e3o da PBH"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um projeto em tramita\u00e7\u00e3o na <a href=\"https:\/\/www.cmbh.mg.gov.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">C\u00e2mara Municipal de Belo Horizonte<\/a> daria ao morador o direito de podar ou cortar \u00e1rvores por conta pr\u00f3pria caso a Prefeitura n\u00e3o respondesse ao pedido em at\u00e9 45 dias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores, vereadores Fernanda Pereira Alto\u00e9 e Braulio Lara, ambos do Partido Novo, estabelecem uma condi\u00e7\u00e3o para o cidad\u00e3o agir: apresentar laudo de risco emitido por profissional habilitado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Comprovado o perigo e vencido o prazo sem retorno da Prefeitura, o morador estaria autorizado a contratar o servi\u00e7o. A PBH ficaria obrigada a reembolsar todos os gastos, tanto o laudo quanto a execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores defendem que o texto pode reduzir acidentes por queda de \u00e1rvores e galhos, especialmente no per\u00edodo de chuvas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Lei federal j\u00e1 isenta de crime quem age ap\u00f3s 45 dias<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O PL 772\/2026 se baseia na Lei Federal 15.299\/2025, que alterou a Lei de Crimes Ambientais. A norma retira a responsabilidade criminal de quem poda ou corta \u00e1rvore em situa\u00e7\u00e3o de risco, desde que um t\u00e9cnico tenha atestado o perigo e o poder p\u00fablico n\u00e3o tenha respondido dentro do prazo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Relatora vota contra e alerta para risco \u00e0s \u00e1rvores<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A vereadora Luiza Dulci (PT), relatora na Comiss\u00e3o de Meio Ambiente, votou contra o PL na \u00faltima segunda-feira (27). Em parecer, argumentou que o meio ambiente \u00e9 um direito coletivo que exige prote\u00e7\u00e3o m\u00e1xima e que a omiss\u00e3o da Prefeitura n\u00e3o pode funcionar como autoriza\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica para podas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dulci alertou ainda que, sem avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via do munic\u00edpio, o texto abre caminho para retiradas indevidas de \u00e1rvores. Para a relatora, o Executivo precisa ser cobrado a funcionar melhor, sem repassar essa responsabilidade ao morador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta ainda passar\u00e1 pelas Comiss\u00f5es de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Seguran\u00e7a P\u00fablica e de Or\u00e7amento e Finan\u00e7as P\u00fablicas antes de chegar ao plen\u00e1rio. Para ser aprovada em primeiro turno, precisar\u00e1 reunir ao menos 21 votos favor\u00e1veis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um projeto em tramita\u00e7\u00e3o na C\u00e2mara Municipal de Belo Horizonte daria ao morador o direito de podar ou cortar \u00e1rvores por conta pr\u00f3pria caso a Prefeitura n\u00e3o respondesse ao pedido em at\u00e9 45 dias. 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